Arquivo para 15 de fevereiro de 2025

As Pontes Quais Passamos Marcaram Nossos Passos – Elegias (09/13)

Posted in Sem categoria on 15 de fevereiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Elegia IX. A Correnteza Lágrimas

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

Cada passo dado, cada olhar perdido,
É um reflexo de uma marcha sem fim.
As pontes que passamos, agora desfeitas,
Têm os ecos das lágrimas que choramos em segredo.
Ah, como o coração sangra em silêncio,
Sem esperança de que o tempo possa sarar.
As promessas que trocamos são só palavras vazias,
E o que restou de nós é o lamento do impossível.

O caminho que antes parecia iluminado,
Hoje está sombrio, coberto pela névoa da tristeza.
Cada lágrima caída é um rio sem direção,
E cada suspiro se perde no vazio da noite.
As pontes que passamos, agora esquecidas,
Nos deixam a caminhar em um terreno árido,
Onde o amor que foi, agora é só um eco distante,
Ressoando nas cavernas do nosso ser partido.

E assim, seguimos, sem rumo, sem abrigo,
Em uma marcha sem fim, onde a dor é a guia.

(Betto Gasparetto – v/x)

As Pontes Quais Passamos Marcaram Nossos Passos – Elegias (08/13)

Posted in Sem categoria on 15 de fevereiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Elegia VIII. O Lamento das Lágrimas

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

As sombras que surgem do que já foi vivido,
Agora caminham ao lado dos nossos passos,
Elas nos acompanham, firmes, embora ausentes,
E o que restou de nós é o eco do que não se fez.
As pontes que passamos, agora estão desvanecidas,
Em um horizonte onde as cores já se perderam.
E o que nos resta senão o peso da lembrança,
E a certeza de que o amor também tem sua finitude?

Oh, como as horas se estendem em angústia,
E o que antes nos unia, hoje é só saudade.
Cada suspiro nosso se dissolve no vento,
Como folhas que caem sem deixar vestígios no chão.
As pontes que passamos se apagaram,
E com elas, o calor do que se foi.
Nos resta a amargura de ter amado sem retorno,
E a solidão, que se perpetua, silenciosa e eterna.

E, assim, na sombra das pontes quebradas,
Somos reféns daquilo que nunca mais será.
Nos perdemos nas memórias do que se foi,
Sem saber que é tarde demais para voltar.

(Betto Gasparetto – v/x)

As Pontes Quais Passamos Marcaram Nossos Passos – Elegias (07/13)

Posted in Sem categoria on 15 de fevereiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Elegia VII. O Fim Das Palavras no Meio Caminho

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

As pontes que passamos se estendem no passado,
Como linhas quebradas que não podem mais se unir.
E o caminho que antes parecia claro,
Agora é obscurecido pela neblina da solidão.
Oh, como o fim chegou, sem aviso,
Levando-nos ao abismo do que não foi cumprido.
As pontes que passamos, agora são ruínas,
Guardando os ecos de um amor perdido, mas eterno.

Cada passo dado, agora ressoando em um vazio,
E cada memória, agora se desfazendo como poeira.
O fim chegou, e com ele, a dor do adeus,
Onde as promessas foram apenas palavras ao vento.
As pontes que passamos, agora são apenas escombros,
E nós, os errantes, buscamos em vão o que se perdeu.

Ah, como o coração ainda clama pelo que não existe,
Enquanto o tempo leva tudo, com sua mão fria.

(Betto Gasparetto – v/x)

As Pontes Quais Passamos Marcaram Nossos Passos – Elegias (06/13)

Posted in Sem categoria on 15 de fevereiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Elegia VI. O Silêncio Liquido Das Águas

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

As águas que cruzamos, agora estão caladas,
Reflexos do que fomos, distantes e afastados.
O silêncio das águas, como uma resposta sem palavras,
Nos conta da dor que não se pode mais negar.
Ah, as pontes que passamos, agora desmoronadas,
Nos deixaram à margem de um rio sem mais destino.
E cada olhar que trocamos, agora é apenas memória,
Ecoando no vazio do que já não existe mais.

E o que resta de nós? Apenas o peso da ausência,
O peso daquilo que não foi e não será.
As pontes que atravessamos, agora desfeitas,
Guardam as marcas do que poderia ser, mas não foi.
A saudade nos consome, e o lamento se torna eterno,
Enquanto o tempo, indiferente, segue seu curso.

Oh, as águas que cruzamos, tão caladas,
São o reflexo daquilo que perdemos, sem perdão.

(Betto Gasparetto – v/x)