Quando Teus Beijos Acalmam Minh’Alma (06/12)
(Betto Gasparetto)
Cântico nr. 6. Aurora no Vale dos Cedros

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning
Entre as raízes do tempo teu nome é eco,
No vale onde os cedros se erguem em prece.
Teu perfume é a prece da alvorada,
Tua silhueta, a dança do orvalho sobre as colinas.
Teus passos despertam as fontes,
E as águas sussurram tua chegada.
Os ventos de Hermom cantam teu nome,
E as folhas douradas celebram tua vinda.
Ó amada, és a brisa que beija as montanhas,
E a luz que doura os campos de açafrão.
Que eu possa repousar em tua sombra,
E ouvir teu riso como um canto divino.
Na alvorada, teus olhos refletem o céu,
E cada raio de sol beija teus lábios.
Que eu seja um viajante eterno em tua presença,
E tua ternura, a luz do meu destino.
Que as romãs floresçam ao toque de teus dedos,
E que os cedros se curvem ao teu perfume.
Ó mulher dos vales sagrados,
Em tua presença, o tempo repousa.
Que o orvalho traga tuas promessas,
E que as videiras se entrelacem ao teu nome.
Ó doce aurora dos montes,
És a alvorada do meu coração.
Nas sombras dos pinheiros antigos,
Sinto teu aroma de mirra e de mel.
Que cada estrela que nasce no céu,
Traga consigo teu nome sagrado.
O vento que percorre os campos
Leva consigo teus sussurros suaves.
Ó amada, és a promessa da primavera,
E o repouso sereno da estação dos sonhos.
Os montes se dobram à tua beleza,
E os riachos cantam ao teu passar.
Que eu possa seguir teus passos dourados,
E em tua sombra, encontrar meu lar.
No brilho do sol que se levanta,
Vejo a dança de teus cabelos ao vento.
Que tua presença seja o bálsamo do meu espírito,
E tua lembrança, a canção que embala minha alma.
Que os lírios floresçam ao ouvir teu nome,
E que os campos guardem o eco de teu riso.
Ó mulher dos cedros e das auroras,
Em ti repousa a eternidade de meu anseio.
Que cada folha que cai seja uma promessa,
E cada brisa, um sussurro de amor.
Que nos vales onde os cedros se erguem,
Eu encontre teu abraço na quietude do tempo.
Na dança das sombras e da luz,
Sei que teus passos ainda ecoam.
E que tua presença será sempre minha alvorada,
O brilho eterno que ilumina meu ser.
Teus passos despertam as fontes,
E as águas sussurram tua chegada.
Os ventos de Hermom cantam teu nome,
E as folhas douradas celebram tua vinda.
Ó amada, és a brisa que beija as montanhas,
E a luz que doura os campos de açafrão.
Que eu possa repousar em tua sombra,
E ouvir teu riso como um canto divino.
Na alvorada, teus olhos refletem o céu,
E cada raio de sol beija teus lábios.
Que eu seja um viajante eterno em tua presença,
E tua ternura, a luz do meu destino.
Que as romãs floresçam ao toque de teus dedos,
E que os cedros se curvem ao teu perfume.
Ó mulher dos vales sagrados,
Em tua presença, o tempo repousa.
Que o orvalho traga tuas promessas,
E que as videiras se entrelacem ao teu nome.
Ó doce aurora dos montes,
És a alvorada do meu coração.
Nas sombras dos pinheiros antigos,
Sinto teu aroma de mirra e de mel.
Que cada estrela que nasce no céu,
Traga consigo teu nome sagrado.
(Betto Gasparetto – vi/xx)
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