Arquivo para fevereiro, 2025

As Pontes Quais Passamos, Marcaram Nossos Passos – Elegias (01/13)

Posted in Sem categoria on 14 de fevereiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Elegia I. Os Primeiros Passos

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

As pontes que passamos, frágeis, se romperam,
Com os ecos de passos dispersos na brisa,
Elas nos ligaram, mas logo nos separaram,
Deixando no ar o amargo do que já se fizera.
O que foi, já não é, e o que virá se esvai,
Em sombras de antigas promessas, tão vãs.
Ah, como o vento sopra, a nos lembrar,
Que todo encontro, ao final, tem seu par.

E as águas sob as pontes, em seu curso,
Levaram os risos e os suspiros de antes,
Hoje são só lamentos no caminho escuro,
Despojados de esperanças, secos e distantes.
O que restou? Apenas o silêncio a nos vigiar,
Como os olhos que, em saudade, ousam se fechar.
As pontes que passamos, agora destroçadas,
Guardam em seus grãos as memórias apagadas.

Perdemos, então, a ilusão de estar unidos,
E, com ela, a promessa de um destino compartilhado.
Na incerteza de uma terra sem rumo,
Caminhamos em terras já devastadas,
Onde as pontes que nos ligaram um dia,
Agora são escombros de um amor perdido.
E, ao cair da noite, em um suspiro tardio,
Ficamos a recordar o que já não existe mais.

(Betto Gasparetto – v/x)

PELAS ASAS DA NOSSA HISTÓRIA ESCREVEMOS NOSSOS VOOS RASANTES (10/10)

Posted in Sem categoria on 13 de fevereiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

10. A Valsa do Amor Eterno Em Mares Serenos

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

Teus passos são como o vento que dança,
Leves e eternos, entre céu e terra a fluir,
E cada movimento teu, com a esperança,
Me leva à imortalidade, onde tudo há de surgir.

Como ave que almeja o horizonte sem fim,
Teu amor me eleva e me faz mais que vida.
Oh, amada minha, que em ti o amor é assim,
Imortal, como a asa que ao céu grita e nos convida.

Eu suplico, por ti, que este amor nunca cesse,
Que seja eterno, como os ventos e mares.
Que, nos teus braços, a paixão me abrace e se expresse,
Em um voo perpétuo, onde o amor sempre compare.

(Betto Gasparetto – ii/xx)

PELAS ASAS DA NOSSA HISTÓRIA ESCREVEMOS NOSSOS VOOS RASANTES (09/10)

Posted in Sem categoria on 13 de fevereiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

9. O Som dos Teus Lábios Desenham Amores Supremos Em Mim

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

Oh, como soarão os céus quando, em teu rosto,
O sol refletir o amor eterno e fiel!
Teus olhos são estrelas que enchem de gosto
A noite que se estende ao nosso carrossel.

Eu, perdido em tua luz, suplico agora,
Que o nosso amor seja a voz que canta,
Imortal, em asas que voam na aurora,
E que, para sempre, na vida nos encanta.

No voo da saudade, que a memória não corte,
E que o amor que por ti há, em mim sempre se revele,
Como ave que ao céu se eleva sem morte,
E eternamente em nossas almas resplandece.

(Betto Gasparetto – ii/xx)

PELAS ASAS DA NOSSA HISTÓRIA ESCREVEMOS NOSSOS VOOS RASANTES (08/10)

Posted in Sem categoria on 13 de fevereiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

8. O Abraço do Infinito e Um Beijo Rasante

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

Teus olhos, ó amada, são estrelas que brilham,
No vasto céu da minha alma errante,
E cada suspiro teu, como vento que trilha,
É o eco de um amor imortalizante, constante.

Tu és a ave que no horizonte se perde,
Mas que, no meu peito, sempre habita o querer.
Com teu amor, suplico, a vida me cede
E o mundo se rende ao eterno amanhecer.

Que nossa paixão, com suas asas douradas,
Voe para sempre, sem medo, sem fim,
Pois em teus braços, o amor será a estrada
Que nos leva ao além, onde o tempo é só um sim.

(Betto Gasparetto – ii/xx)

PELAS ASAS DA NOSSA HISTÓRIA ESCREVEMOS NOSSOS VOOS RASANTES (07/10)

Posted in Sem categoria on 13 de fevereiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

7. Em Cada Canto da Imortalidade Sentimo-nos Únicos

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

Ó mulher amada, tua beleza, sem fim,
Voa como águia que no céu se embrenha,
E eu, teu servo, faço de ti meu jardim,
Onde o amor floresce e nunca se envenena.

Suplico que o amor que em ti desperta,
Seja o canto que ecoa por toda a história,
Que a vida que a ambos une, agora aberta,
Seja nossa glória, nossa vitória.

No infinito dos céus, onde o amor não morre,
Onde os ventos são poesia e a saudade se dissolve,
Eu te clamo, amada, para que a paixão que corre
Seja imortal, como a ave que sempre resolve.

(Betto Gasparetto – ii/xx)