QUANDO A ÚLTIMA PÉTALA SOBREVIVER, UM NOVO SOL BRILHARÁ NO HORIZONTE (11/17)
Jhonnatan F. W. (jan/1978)
Arquivo XI. O Destino do Homem

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning
O destino do homem, muitas vezes visto como algo predeterminado, surge diante de cada ser humano como uma estrada cheia de bifurcações, onde o caminho a seguir nem sempre é claro. Ele é forjado pelas escolhas feitas, pelas batalhas travadas dentro e fora de si mesmo. Não é uma linha reta, mas uma jornada marcada por altos e baixos, por incertezas e descobertas. O homem, ao longo de sua vida, tenta compreender o significado de suas ações, como se pudesse, de alguma forma, controlar o fluxo de sua existência, mas a verdade é que, muitas vezes, ele está à mercê do imprevisível, do desconhecido.
À medida que a vida avança, o homem é confrontado com a inevitabilidade de sua própria condição, com o peso da mortalidade e com a consciência de que, por mais que tente, ele não pode escapar do destino que o aguarda. No entanto, essa consciência não é uma maldição, mas uma oportunidade de reflexão e crescimento. Pois é no enfrentamento da morte, na compreensão da finitude, que o homem é desafiado a dar significado aos seus dias. O destino não se define apenas pelo que é inevitável, mas pelas escolhas que se fazem diante do que não se pode controlar.
O homem, ao olhar para o horizonte de sua vida, pode perceber que o destino, longe de ser uma força cega e impessoal, é também algo que se constrói em cada gesto, em cada palavra, em cada silêncio. Ele pode não ter controle sobre os ventos que o conduzem, mas pode, ainda assim, escolher como navegar. No final, o destino do homem não está apenas em seu fim, mas na maneira como ele vive, como enfrenta os desafios e como, com coragem, constrói seu próprio caminho. O destino, então, torna-se não um fardo, mas uma oportunidade de transformação.
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