(By George Grie )
Tordesilhamos nossas vidas…
Retiramos as colunas dos átrios…
Abaixo das discussões ficamos!
Tordesilhamos nossos espaços…
Acreditamos em pactos…
Direitos e deveres…
Outorgamos o que entendíamos ser justo!
Separamo-nos em metades, somente!Elevamos nossas diferenças!
Ditamos regras um ao outro.
Impusemos limites às falas,
Silenciamos no debate!
Criticamos a barbárie,
Olvidamos os ataques.
Retiramos as estratégias…
Divulgamos revoluções…
Arquitetamos territórios…
Nem sequer nos ouvimos…
Criticamos a barbárie!
Imitamos os bárbaros…
Ameaçamos um golpe de estado,
Suspeitamos de nossas tréguas!
Sumariamente suspeitos!
À margem do processo estamos,
Observando algo diferente!
Atentados ao pudos, manifestamos!
Novas trincheiras, novos silêncios!
Ouvimos reconciliação…
Sentimos natos?
Sofrimentos gratos?
Ainda, nenhuma referência…
Suplicamos os feitos!
Entendemos que ora o momento,
Avaliamos os estragos causados,
Retiramos as estratégias,
Ameaçamos indignações…
Como entender tudo isso?
Abandonar simplesmente o posto?
Ou avançar na hostilidade?
Emoções iradas!
Orações pra nada!
Quem sobrevive?
Um ou dois?
E os demais?
Blindados modos de respeito!
Abruptos modos de respeito!
Somos ainda sobreviventes?
Trocamos o tudo pelo nada!
As diferenças é que venceram!
Estamos e somos banidos!
Obrigatoriamente, estamos e somos banidos!
Quiçá, retirássemos as farpas.
Ultimato de identidades
Elimina-nos das coerências…
Bendito sejam os teus dias
Ainda que carregues a soberba como identidade,
Saberei que a batalha findou-se!
Teimamos em construir uma vida juntos,
Agora, temos um MEMORIAL À INSENSATEZ!