to Brenda
Brisas de outono
Riscam vidraças,
E pela janela
Notei que você me olhava!
Deu um aceno pelos vidros…
Agora, onde estão as brisas?
(Fev: 09, 2008)
to Brenda
Brisas de outono
Riscam vidraças,
E pela janela
Notei que você me olhava!
Deu um aceno pelos vidros…
Agora, onde estão as brisas?
(Fev: 09, 2008)
O amor te cobre de brilhos e quimeras!
Quimeras que enaltecem tu’alma singular…
Um dia, quiçá! Encontres-me ao teu lado,
Enquanto me cobrires de esperança!
Estejas bem tranqüila, mulher de todo encanto,
Unindo tuas palavras às minhas…
Eu estarei te servindo infinitos,
Sublimando todos os porquês…
Tratei das carências alheias!
Outorguei minhas necessidades plenas,
Universalizando teus quereres!
Forcei o tempo!
Agonizei nas palavras meu grito…
Zombei da solidão, vagando pelo quarto!
Enganei os fatos, simplesmente!!!
Nada questionei…
Duvidei de muitas questões…
Ouvi como resultado: o meu próprio silêncio!
Ando em silêncio, mesmo assim… reflexivo!
Quase me prendi em passados engavetados!
Universalizei-te mulher!
Incrivelmente, universalizei-te!
(Fev: 02, 2008)
uma revisita à Palavras Sem Sentido
Aos poucos atravesso oceanos líricos
Navego numa história de poesias clássicas
Ouvindo teus chamados de cantares lindos
Sonatas e sonetos num acorde único
São únicos poemas que me trazem lúdico
Aos poucos atravesso infinitas músicas…
Verdades que me dizem de maneiras bárbaras
Denotam a sutiliza de amar em público
Entrego-te um pouco da loucura minha
Reservo-me o direito de andar nas nuvens
Andando nas calçadas sinto teu aroma
Diante do teu mar um grão de areia sou
Entregues-me um pouco deste mar telúrico…
Entregues-me um pouco deste sal homérico…
Aos poucos atravesso os teus planos místicos
Louvando nas palavras meu sentido crítico
Irei nas correntezas a buscar teu vulto!
Negaste-me noturnos, tantas árias deste-me,
Entregues-me um pouco deste corpo sísmico!
Lavando minha alma com tu’alma estética
Inovo meus quereres te amando enfim
Molhando no meu corpo teu olhar em mim
A única verdade seja dita: eu te amo!
(Jan: 22, 2008)
James Taylor – You’ve Got A Friend ’71:
comentando Como saber?
Entregue-se as palavras!
Liberte-se dos out-doors profanos…
Irreversíveis e vazios do mundo hurbanuz!
Zangue-se, por vezes com os erros,
Ande pelas calçadas como observadora!
Negue o não atender!
Grite no quarto, na sala, na varanda…
Evite o desespero insano
Liberte-se dos esquecimentos!
Alimente-se de palavras…
Cuando então, quebrar todas as algemas
Outras, quererão vir,
So te peço, meu amor
Tenha paciência comigo
Ai então, irá saber como saber!
(Jan: 19, 2008)
Desespero!
Esse fenômeno que nos seqüestra!
Súbitas mãos…
…empenham-se em serem destras?
Súbitos desesperos…
… peço à Deus que me perdoe!
evito de tal forma o meu desespero (…)
resolvendo assim
ouvir os desesperados!
(Jan: 19, 2008)