Archive for the Crônicas Category

Alívios Constantes em Mi Maior (uma outra forma de cantar, te amo!)

Posted in Crônicas, Pensamentos, Poemas, Poesia on 16 de janeiro de 2008 by Prof Gasparetto

http://palavrassemsentido.wordpress.com/2008/01/15/amor-teria-sido-capturado-afinal-o-conceito 

Ventilavam folhas, quando anda pelas ruas e as cobrava por que me surprendiam, por ser um eterno buscador!

E vendo tantas coisas, formei por aquelas linhas sinuosas, um caminho que trouxesse exclamações!

Embebecido de suspiros, e depois de ter andado tantos quilometros,
sentia estava no fundo sendo um amador!

Os ritmos, os riscos, uma mescla de andarilhar pelas estações que caminham uma após outra, desejando explicações!

E se bate feliz o meu coração, choras por que nem as vezes posso te seguir em tempos tão carinhosos de quem quer te compor!

Se me matas de paixão, sobrevivo pelos galardões que me destes na sinceridade dos lábios e das exaltações!

Se foges, acredito que seja isso que me faz um buscador, incrédulo de algumas coisas, e até de um simples calor!

Se me devoras, a minha felicidade não consiste apenas na dor, mas como as dores emocionais, ficam agora sem razões!

Ventilavam folhas, e me acompanha um outono, que por vezes ao despencarem dos arvoredos, presencio o esplendor!

E vendo tantas coisas, os registros são inevitáveis, passo a passo, acelerado ou não se encaminham às empolgações!

Embebecido de suspiros, respiro no nossos climas, a pretensão de ser o único, um bárbaro conquistador!

Os ritmos, os riscos, caminham juntos; um agindo pela emoção, outro pela razão? Ficariam separados pelas situações?

E se bate feliz o meu coração, é por que a dor é um mero cisco, que quando lábios dizem: fffffffff! some, e traz um alívio incrível de AMOR!

(Jan: 16, 2008)

Tentativas

Posted in Crônicas, Pensamentos, Poemas, Poesia on 16 de janeiro de 2008 by Prof Gasparetto

by Fátima Tardelli, in “Ficção de Amores” 

“Não quero que tentes,
o que tentei.

Não quero que inventes
o que nunca encontrei.”

A vida é feita de tentativa e erro,
Uso palavras minhas ou emprestadas,
quando nada encontro,
invento!

(Jan: 15, 2008)

Apelos Melancólicos de um Andarilho Ateu I

Posted in Crônicas, Pensamentos, Poemas, Poesia on 15 de janeiro de 2008 by Prof Gasparetto

Despejos

Um dia sai pensando numa provável volta,
E nos caminhos quebrei caminhos,
Bebi de todas as fontes,
Sonhei nas calçadas vazias,
Pensando que um dia a porta
Se abriria e existiriam novos horizontes…
Fui castigando as pedras que encontrava,,
Chutando-as à margem da estrada,
E ao olhá-las, percebi que telhados de vidro
Quebrei!
Não respeitei teus limites,
Tuas castidades, tuas risadas,
E como levavas a vida num tom sublime!

Nossas vontades fecharam as portas,
E simplesmente, saímos…
Nossos jeitos eram assim,
Nossos temas eram assim,
Nossas teimas são assim!

(Jan: 01, 2008)

Apelos Melancólicos de um Andarilho Ateu II

Posted in Crônicas, Pensamentos, Poemas, Poesia on 15 de janeiro de 2008 by Prof Gasparetto

Depressiva Mente

Sentado no banco da praça,
Vejo as folhas caírem e passarem
Por mim!
Não me conhecem ao certo!

Quero voltar
Quero voltar e ouvir teus cantares,
Quero abrir a porta
E saber que do outro lado,
Tua mão, quem sabe,
Se estenda à minha, um dia,
Teclando meus sentimentos de saídas,
De inconformidades,
De estradas que me perdi,
De vagas praças sem voltares!

Quero ainda voltar
Se me permitires,
E queimar minhas depressões
Que corrosivamente acabam
Na rua!

Por que tanta amargura?
Por que tanta incensatez?
Se te chamo de santa,
Se eu ficava pelas madrugadas
Garantindo nosso sustento!

(Jan: 02, 2008)

Apelos Melancólicos de um Andarilho Ateu III

Posted in Crônicas, Pensamentos, Poemas, Poesia on 15 de janeiro de 2008 by Prof Gasparetto

Malas Perdidas

E quando bordavas os nossos lençóis,
E eu rasgava tua saia justa e insinuante,
Agia como amante devorador,
Que não quer saber dos limites,
Ou das coisas chinfrins…

Eram nas madrugadas que os seus sins
Aconteciam, e bordávamos lençóis,
E arrancávamos as fronhas
E espancávamos nossos beijos
Em nome das nossas vidas…

E agora me vejo do lado de fora,
Num martírio de entranhas,
num retiro de rum amargurado,
teu nome risquei da agenda,
e malas se perderam nos corredores…

Senti-me como aborto,
jogado num chão teatral sem chaves,
e sem juízo,
tudo agora esta morto,
sem razão e sem motivos!

Não falastes comigo,
Quando pensava em um projeto de vida,
Teu silêncio um castigo,
Teus adeus não são mais meus, acredito!

Içar pelas calçadas do abandono,
De querer ao menos uma volta,
Um retorno,
Impregnado num sorriso teu,
Teus escândalos de quem ama!
E pensar que ultrapassei os teus limites,
De que mordera tua carne…

E quando os teus ais ultrapassavam
As paredes…
Escondia-me sem roupas
Nas tuas vontades de loucura,
E como tortura, achavas tudo
Tão delicioso…

(Jan: 15, 2008)