A liberdade já se dilacera
prendendo o destro nas tuas virtudes
mal-divino que cobiça as grades
então, as rosas não tem mais as mesmas cores!
Da taça de sicuta ao escravo
ouço dos criados uma mensagem:
-“Onde andas?”
Volto a ver vários rivais perigosos
tentando tomar as abelhas que navegam sobre o mel…
Autora de vinhedos e cadeias
aflorando Violetas Parras em simples desejos,
vou cavando na servidão do silêncio
o direito de ser livre…
Simplesmente do direito d’ouvir
esta emanação carnal do atrativo útero materno
minha matéria se aproxima da lógica
maneira de não ser eterno…
Falha-me na fraqueza de ser
sal
.
.
.
.
.
.
em
‘ t
e ‘
‘ ‘ u ‘ ‘