Archive for the Poesia Category

Dissílabo Inconseqüente de Sentir

Posted in 00 Livressílabos, Poesia on 1 de março de 2008 by Prof Gasparetto

Visitando Antônimo da Razão

Amor,
quatro letras d’amoras,
quatro letras de romances;
quatro letras que amortecem noss’alma;
quatro letras que mostram meu clamor;
quatro letras que frutificam as justificativas;
quatro letras sagradas dos segredos;
quatro letras que decifram ser amante;
quatro letras que se escrevem em muitas formas;
quatro letras que nos tornam maiúsculos;
quatro letras que enseja-nos cursivos;
quatro letras de harmônicos casais (consoantes e vogais);
quatro letras quais pude entender quando vivi um!

(Mar: 01, 2008)

Olhares de Líbano – II

Posted in 09 Eneassílabos, Crônicas, Minhas Séries, Poemas, Poesia on 18 de fevereiro de 2008 by Prof Gasparetto

II Imagens de Fevereiro

olhos-02-fev.jpg

És minha canção e o meu verso
E quando canto, te vejo em sílabas,
Meus lábios se enchem de desejos…

Quero te falar de coração
Só canto canções com o teu nome,
Tão nobre me sinto em teus beijos!

Todas as noites canto teus versos
Preocupado que a tempestade
Possa invadir tuas melodias!

Eu sonho com teus olhos de Líbano
E me escondo no teu travesseiro
Como pedindo a tua ajuda!

Mas agora, olhando tua imagem
Na fotografia que eu bati,
Teus olhos me viam marejados!

És minha! De todas as maneiras
Que completa o meu universo
E me vais brilhando por completo!

Teus olhos me fascinam, mulher!
Como posso te negar amor,
Se me completas com um olhar?

(Fev: 11, 2004)

Minhas Juras – I

Posted in Crônicas, Poemas, Poesia on 18 de fevereiro de 2008 by Prof Gasparetto

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(by Vladimir Kush)

Uma visita de http:/palavrassussurradas.wordpress.com in Vale dos Ateus: em busca de um retorno amor! – IV

I – Minhas juras

À todas as minhas vontades,
à todas minhas esperanças,
(esperava eu qual criança!)
Tive de renunciar!
Também eu estou tão velha!
Abandonei o barco que se afundava
Todos os meus retratos – os seus retratos, naufragaram junto,
Justo agora que a amnésia me rouba teu rosto!
Pudera! Quis tanto te esquecer,
Quis tanto te deixar…consegui.
Meu silêncio perdura,
É ele infindável,
Remei contra marés,
Estou cansada!
Voltei a trilhar meu caminho,
Mais madura, mais esperta,
Menos ingênua, menos pura…
Qual nada!
O coração segue despedaçado,
Impera agora a Senhora Razão,
Retomo meu caminho,
Que trilhei e planejei,
Não mais desviarei,
Roubo palavras, pois as minhas secaram,
É o viés de um parto,
Encontrei o fio de Ariadne,
Saí do labirinto,
Em que inadvertidamente havia me enfiado,
Em tua busca: ó Velo de Ouro.
Mas os deuses me sabotaram:
Tal qual fizeram com Ulisses: perdi-me
Eles não gostam de mim,
São deuses ciumentos,
Sou eu Pandora,
Sou eu agora,

Eu…
Te juro!”

(Fev: 18, 2008)

Olhares de Líbano – I

Posted in 12 Alexandrinos, Minhas Séries, Poemas, Poesia on 15 de fevereiro de 2008 by Prof Gasparetto

I Rastros de Janeiro

olhos-01-jan.jpg

Teus olhos me fascinam, minha amada musa!
Com tanto esplendor neste meu peito íngreme,
Te amo, meu amor, como se fossem núpcias
Na espera incansável, que teu beijo ative-me!

Se busco no passado uma imagem tua,
Escolho dentre muitas teu olhar singelo,
Me perco a imaginar em tua noite nua
Um corpo me aquecendo com fulgor anelo!

Teus olhos, meu amor, que contemplam a luz
Assumo o meu amor perante os ateus…
De nada mais se valem as letras que compus…

Se são tuas palavras que convertem os breus,
Justificando os rastros que tudo me conduz,
Me leito imaculado nos amores teus!

(Jan: 04, 2004)

Segundas Palavras

Posted in Acróstico Clássico, Poemas, Poesia on 15 de fevereiro de 2008 by Prof Gasparetto

to Millena 

Me abrace bem forte!
Imaginando um grande sonho!
Leio teus pensamentos!
Leia meus pensamentos!
E pronto! Abrace-me bem forte!
Não esqueça que eu te amo…
Amo sim, meu amor!

(Fev: 11, 2008)