CARTAS MARITIMAS: AMORES PERFEITOS EM MARES IMPERFEITOS (23)

Posted in Sem categoria on 18 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Carta XXIII: Ao porto que carrega teu nome

By Dall-E 3

Minha adorada,

A cada porto que alcanço, dou-lhe o teu nome. É a minha forma de trazer-te para perto, de transformar lugares desconhecidos em algo familiar. Cada vez que digo teu nome em pensamento, sinto-me mais perto de ti, como se, por um instante, a distância desaparecesse.

És o meu porto seguro, o lugar para onde sempre quero voltar. Não importa quantas tempestades enfrente, sei que meu destino é estar contigo. Até lá, guardarei teu nome em meu coração, como um marinheiro guarda seu mapa mais precioso.

Teu para sempre,
Aquele que navega guiado por ti

(Betto Gasparetto – v/mcmcxii)

CARTAS MARITIMAS: AMORES PERFEITOS EM MARES IMPERFEITOS (22)

Posted in Sem categoria on 18 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Carta XXII: Às palavras que moldam a saudade

By Dall-E 3

Minha querida,

Saudade é a palavra que define meus dias. É a companhia que não escolhi, mas que carrego como quem aceita o fardo de um grande amor. Ela está em cada canto do navio, em cada olhar vazio, em cada silêncio.

Escrever-te é minha forma de domá-la, de transformá-la em algo que me fortaleça ao invés de me consumir. Que estas cartas cheguem a ti como um reflexo do que sinto: amor, saudade e a promessa de que, por maior que seja a distância, ela jamais será maior do que o que nos une.

Sempre teu,
Aquele que vive na saudade do teu amor

(Betto Gasparetto – v/mcmcxii)

CARTAS MARITIMAS: AMORES PERFEITOS EM MARES IMPERFEITOS (21)

Posted in Sem categoria on 18 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Carta XXI: À lembrança do toque das tuas mãos

By Dall-E 3

Minha amada,

Hoje, ao amanhecer, senti a brisa suave tocar minha pele, e por um instante lembrei-me de tuas mãos. Como poderiam ser tão delicadas e, ao mesmo tempo, tão seguras? É nelas que encontro refúgio, mesmo quando a distância nos separa.

Os dias aqui são duros, mas a memória de teus dedos entrelaçados aos meus dá-me forças para continuar. Trago comigo a certeza de que, ao final desta jornada, terei novamente teu toque para curar todas as feridas e apagar todas as dores que o tempo insiste em deixar.

Com amor eterno,
Aquele que anseia por tuas mãos novamente

(Betto Gasparetto – v/mcmcxii)

CARTAS MARITIMAS: AMORES PERFEITOS EM MARES IMPERFEITOS (20)

Posted in Sem categoria on 16 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Carta XX: Às despedidas que moldam nossa história

By Dall-E 3

Minha amada,

As despedidas são as cicatrizes do amor. Elas deixam marcas que, embora dolorosas, lembram-nos do quanto amamos. Cada vez que parti, deixei um pedaço de mim contigo, e levo comigo a dor e a esperança de que o próximo adeus seja o último.

Nossa história é feita de chegadas e partidas, de abraços e lágrimas. Mas, acima de tudo, é feita de um amor que resiste a todas as distâncias, a todas as barreiras. E é isso que nos torna fortes, o que nos mantém ligados, mesmo quando os mares nos separam.

Prometo-te que, por mais dolorosas que sejam as despedidas, elas jamais apagarão a certeza de que, um dia, estarei contigo novamente.

Teu, em todas as despedidas e reencontros,
Aquele que carrega teu amor em cada partida

(Betto Gasparetto – v/mcmcxii)

CARTAS MARITIMAS: AMORES PERFEITOS EM MARES IMPERFEITOS (19)

Posted in Sem categoria on 16 de janeiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Carta XIX: Às palavras que não precisam de papel

By Dall-E 3

Minha querida,

Escrevo-te mais uma vez, mas sei que há coisas que não cabem em palavras. O que sinto por ti transcende qualquer frase, qualquer linha, qualquer poema. Por mais que eu tente, jamais conseguirei traduzir o que é este amor que carrego em mim.

Quando penso em ti, meu coração fala uma língua que só a alma entende. Não há papel suficiente no mundo para conter tudo o que quero dizer-te, nem tinta que consiga pintar a profundidade do que sinto.

Espero que, ao ler esta carta, sintas aquilo que não consigo dizer. Pois o amor verdadeiro não precisa de palavras; ele é sentido, mesmo no silêncio.

Teu, em todas as formas que o amor pode existir,
Aquele que ama além das palavras

(Betto Gasparetto – v/mcmcxii)