Insanas Verdades!

um convite de http://www.poetisapurpura.blogspot.com/ 

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Quem de nós pelo menos não conhece uma 1/2 dúzia de insanos?
Insanidade é uma verdade!
 

Quem não pousou insano nas vertebras da emoção?
Quem não justificou sua insanidade quando nas fotos de uma Polaroid, revela-se tempos depois algo insano, quadrado, careta,…
As superfícies da insanidade alcançou meus limites…

Por isso imagino-me em Taiguara quando em sua Viagem, fez içar em mim um insano viajante!
Insano? me perguntas, como se nãos estivesses andado em meus átrios…
como se nunca estivesses em papiros te revelado escriba?

Ora, ora, vamos e venhamos!
A insanidade foi semeada de maneira sutil e poetico…
Homem insanso, e corparações insanas!
Então, o que significa insanidade, se o meu questionar é totalmente insano!

Quando me debruço em minha janela,
vejo que as coisas poderiam ser diferente lá embaixo:

uns pra lá…
outros pra cá…

e assim da minha janela, assisto,
em slowmotion o respirar insano da realidade!

(Jan: 10, 2008)

 

Uma resposta to “Insanas Verdades!”

  1. Gaspar :

    Engraçado como todos resolveram falar sobre insanidade (você, a alineol e a poetisa púrpura), é como se houvesse uma espécie de telepatia entre alguns blogueiros.

    Isso me fez lembrar o livro/filme ‘O nome da rosa’ (Umberto Eco*), onde numa cena se diz que ‘os livros sussurram’ entre si.

    Lembrou-me também o livro ‘ It’, ou, em português “A coisa’ (do Stephen King), onde o bibliotecário está pesquisando sobre a história da cidade de Derry e, ao conversar com um dos moradores mais antigos da cidade, este comenta ‘notas de rodapé são uma praga, se encontrar uma, pise, mate!’.

    A conexão que minha mente fez no primeiro livro é óbvia, enquanto que a do segundo não pude ainda identificar.

    De qualquer forma, a insanidade é algo relativo (isso se não estivermos falando de termos médicos), prá mim, loucos são aqueles que rasgam dinheiro ou botam a bicicleta para pastar. Brincadeirinha 😉

    Bom, acho que acabei por poluir tua postagem, peço desculpas.

    (ô Fátima, cabeçuda! É aqui recanto de poesia!)

    Tenhais paciência comigo: sou apenas aprendiz!

    Abraços,

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