Apelos Melancólicos de um Andarilho Ateu II
Depressiva Mente
Sentado no banco da praça,
Vejo as folhas caírem e passarem
Por mim!
Não me conhecem ao certo!Quero voltar
Quero voltar e ouvir teus cantares,
Quero abrir a porta
E saber que do outro lado,
Tua mão, quem sabe,
Se estenda à minha, um dia,
Teclando meus sentimentos de saídas,
De inconformidades,
De estradas que me perdi,
De vagas praças sem voltares!Quero ainda voltar
Se me permitires,
E queimar minhas depressões
Que corrosivamente acabam
Na rua!Por que tanta amargura?
Por que tanta incensatez?
Se te chamo de santa,
Se eu ficava pelas madrugadas
Garantindo nosso sustento!(Jan: 02, 2008)
15 de janeiro de 2008 às 15:18
Salomão
Boa-Tarde!
Pq hai tantas dores em teus escritos? Qual motivo de teu inconformismo, se já foi dito que:
“…Todavia, se no vosso temor, Procurardes somente a paz do amor
E o gozo do amor, Então seria melhor para vós, Que cobrísseis vossa nudez, Que abandonásseis a eira do amor….” .
Quem o disse? Já conheces o autor, se quiser relembrar-te:
Não sofras, querido….
Esta luta é eterna, nela não há vencedor, alegrias e tristezas se sucedem…
Se te faltas cantares, Apures os ouvidos e ouça com atenção certa voz que sussurra baixinho …!
Pode não ser a voz que esperavas, mas cantares não te faltarão…
😉
16 de janeiro de 2008 às 10:47
O poeta quando sofre, exacerba o Universo com seu amor incondicional. Lindo. Eu adoro vc.
Beijo.