Ficção de Amores
ao visitar http://palavrassemsentido.wordpress.com/2008/01/14/alguem-em-desespero-abra-a-porta
…pelas fendas de uma parede,
te observei!
e como preso numa rede,
me entreguei!
busquei a tua sede,
e me embriaguei!
vê se me entende:
te cobicei!
não quero que tentes,
o que tentei!
assim me prendes,
como teu bem!
não quero mais que inventes,
o que nunca encontrei…
és meu futuro presente,
e eu também…
(Jan: 15, 2008)
15 de janeiro de 2008 às 13:16
Bom-dia!
Não quero que tentes, o que tentei.
Não quero que inventes o que nunca encontrei.
A vida é feita de tentativa e erro,
Uso palavras minhas ou emprestadas, quando nada encontro, invento!
😉
15 de janeiro de 2008 às 13:22
Professor, excelente poema!!!!!!!!!!
16 de janeiro de 2008 às 10:36
Não queres que me vejas, como nunca serei…