Poema Amargurado de Um Querer Distante – I
I – As Angústias
Que faço nesta angústia que me cala
Se meu sofrer é um banquete imune?
Revejo nas ações a tua fala
Censurando-me enfim com teu ciúme…
É válido o que tenho pra dizer,
Aos montes, vales, rios te exaltei!
Meu peito desespero d’um querer,
Não vale m’esperar como esperei!
É mais que querer ser teu amado,
Oh! Musa que dissipa a solidão
Fazendo-me curar o coração!
Entorpecidos ficam magoados
Os textos qu’escrevi tinham paixão
À musa que estendeu-me um dia as mãos!
(Mar: 03. 1980)
25 de janeiro de 2008 às 03:11
http://palavrassemsentido.wordpress.com/2008/01/25/caminhando/