Poema Amargurado de Um Querer Distante – I

I – As Angústias

Que faço nesta angústia que me cala
Se meu sofrer é um banquete imune?
Revejo nas ações a tua fala
Censurando-me enfim com teu ciúme…

É válido o que tenho pra dizer,
Aos montes, vales, rios te exaltei!
Meu peito desespero d’um querer,
Não vale m’esperar como esperei!

É mais que querer ser teu amado,
Oh! Musa que dissipa a solidão
Fazendo-me curar o coração!

Entorpecidos ficam magoados
Os textos qu’escrevi tinham paixão
À musa que estendeu-me um dia as mãos!

(Mar: 03. 1980)

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