Depressiva Mente
Sentado no banco da praça,
Vejo as folhas caírem e passarem
Por mim!
Não me conhecem ao certo!Quero voltar
Quero voltar e ouvir teus cantares,
Quero abrir a porta
E saber que do outro lado,
Tua mão, quem sabe,
Se estenda à minha, um dia,
Teclando meus sentimentos de saídas,
De inconformidades,
De estradas que me perdi,
De vagas praças sem voltares!Quero ainda voltar
Se me permitires,
E queimar minhas depressões
Que corrosivamente acabam
Na rua!Por que tanta amargura?
Por que tanta incensatez?
Se te chamo de santa,
Se eu ficava pelas madrugadas
Garantindo nosso sustento!(Jan: 02, 2008)