Inconseqüentemente

O que me entristece nesta terra
é que te depreciam,
te aliciam…
é que te prostituem,
te negociam!
e tudo acaba em guerra!
E não sabem estes pobres homens
que tu és vaidosa,
que preservas o meio ambiente!
É de intocável beleza,
de indecifrável glamour!
Porém são negligentes,
são inconseqüentes
se dizem inteligentes,
a aparentam ser!
E quando tudo está tranqüilo,
eles te assustam…
e tu somes!
Áh! Esses homens com seus sonhos estúpidos…
Áh! Esse mundo ingrato…
Em teu nome fazem de tudo!
E para te conquistar fazem acordos,
fazem contratos, fazem tratados!
Estou me sentindo indigente!
Estamos nos sentindo assim?
Famílias inteiras clamam por seus pais!
E o mundo?
Quando enfim te entenderem,
espero que não seja tarde…
talvez os homens se tornarão sábios
e menos incompreensíveis…
E te pergunto uma vez mais:
Onde tu te escondes, oh! PAZ?
(Mar: 26, 2008)
26 de março de 2008 às 13:01
Olá,
obrigada pela visita.
Belas palavras.
ab,
26 de março de 2008 às 13:59
Gaspar:
Sua última frase “E te pergunto uma vez mais:
Onde tu te escondes, oh! PAZ? “ me fez lembrar aquela música do RPM:
Bom, meu querido, feliz por teu retorno, acho que todos sentimos saudades de teus poemas.
Perdoe estas poucas linhas e nenhuma inspiração (a noite de ontem, que deveria ter sido um agradável convívio em família, acabou tornando-se outra coisa e estou preocupada).
Bj,
Fá
, mas estou eu um pouco preocupada