CÂNTICO DA BRISA DO AFETO

Posted in Sem categoria on 25 de dezembro de 2023 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

No suave sussurro da brisa matinal,
O afeto se revela em seu cântico sideral.
Uma sinfonia em notas suaves flui,
Afeto, sereno, em cada folha reluz.

A brisa, mensageira dos afetos puros,
Entoa melodias, fazendo brotar murmúrios.
Seu canto ecoa na vastidão do espaço,
Revelando ternura em seu doce compasso.

A cada toque suave, um gesto de amor,
Um afago na alma, consolo, louvor.
É a brisa do afeto, sem palavras, a falar,
Transformando corações, a vida a embalar.

Nos campos, os ramos dançam em louvor,
À brisa do afeto, que é doçura e calor.
Seus murmúrios, como um doce poema,
Semeiam esperança, alegria, a quimera.

No lago, as águas se curvam ao vento,
Rendendo-se ao afeto, sentimento sedento.
A brisa, com doçura, abraça a natureza,
Desperta nos seres a mais pura singeleza.

É o canto da brisa, como um abraço terno,
Um sussurro celeste, sereno e eterno.
Sua música acalma, trazendo acalento,
Conecta corações, em profundo sentimento.

Ela sussurra histórias de amor sem fim,
Entrelaça almas, fazendo brotar jardins.
Sua canção ecoa, em suaves melodias,
Anunciando a beleza das mais puras sinfonias.

É o canto da brisa, afeto em movimento,
Uma poesia viva, suave em seu alento.
Seu sopro é carícia, seu toque, cura e calma,
É o canto do afeto, uma eterna lenda de alma.

Brisa do afeto, em teu murmúrio suave,
Encontramos conforto, paz, um doce enclave.
És a canção do amor, em cada sopro de vida,
Em teu canto eterno, a essência tão querida.

(Betto Gasparetto)

MIL SEGREDOS DA BRISA AMOROSA

Posted in Sem categoria on 25 de dezembro de 2023 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Oh, brisa amorosa, suave e gentil,
Teu sopro é carícia nos momentos hostis,
Em teu toque, a alma encontra abrigo,
Sussurrando esperança em cada sorriso.

Como um afago nos dias mais frios,Trazes conforto aos corações vazios.Tua presença é a melodia que acalma, Despertando nos seres uma nova calma.

    Ó brisa amorosa, eterna companheira,
    Que acaricia a face com doçura verdadeira.
    Em teu bailar, dançam os sentimentos,
    Revelando segredos e doces momentos.

    És a poesia que se escreve no ar,
    A canção que embala o sonho a navegar.
    Tua essência, um perfume no espaço,
    Tocando almas com teu doce laço.

    Oh, brisa do amor, serena e serena,
    Que transforma o mundo, a vida amena.
    Tu és o laço que une corações dispersos,
    Em teu sopro, os afetos são imersos.

    Em teu sopro, a ternura se revela,
    E o olhar se ilumina, a alma se consola.
    Ó brisa amorosa, dádiva celestial,
    Que acalma as tormentas, divina e leal.

    Tua presença é um convite à serenidade,
    Em ti encontramos paz e cumplicidade.
    És a sinfonia que encanta os sentidos,
    Um suave acalento, em momentos perdidos.

    Oh, brisa do amor, nutridora de afetos,
    Em teu suave abraço, entramos completos.
    Em teu sopro, os corações se conectam,
    Em um laço de amor eterno que refletem.

    És a mão que afaga, o consolo nas dores,
    A resposta nas perguntas dos amores.
    Ó brisa amorosa, suave inspiração,
    Sopra sempre em nós, ó divina união.

    Em tua brisa, a esperança se renova,
    E o amor, sublime, em nós se comprova.
    Ó brisa amorosa, bênção celestial,
    Em teu abraço, vivemos em paz eternal.

    (Betto Gasparetto)

    A HISTÓRIA SECRETA DE UM BEIJO

    Posted in Sem categoria on 25 de dezembro de 2023 by Prof Gasparetto


    (Betto Gasparetto)

    Roubaste-me um beijo, meu amor gentil,
    Furtivo gesto que o peito inflamou, Qual furta-vento, súbito o ansiar, Na doce audácia, fogo assim se fez vil.

    Teus lábios, roubo ardente, sutil, Em beijo roubado, amor despertou,
    O gesto audaz, em meu peito, afiou,
    Meu coração, por ti, em tal perfil.

    Oh, doce furto que o amor uniu, No roubo do beijo, qual doce jasmim,
    Encontrou-se o afeto, o mundo sorriu.

    Roubaste-me um beijo, e eu me rendi assim,
    Meu amor, em teu gesto eu me vi, Um beijo furtado, amor sem fim.

    (Betto Gasparetto)

    HISTORIAS EM PÓ DE GIZ

    Posted in Sem categoria on 25 de dezembro de 2023 by Prof Gasparetto

    (Betto Gasparetto)

    Observai, óh espectadores da existência, como esses humildes fragmentos, aparentemente desapercebidos, carregam consigo segredos insondáveis e narrativas desconhecidas.

    Quando sobre o piso são lançados, como migalhas perdidas, representam a jornada do caminhante, delineiam seus passos, revelam sua dança pelo mundo.

    Oh, quão imperturbáveis são, testemunhas mudas das histórias que se desenrolam diante de seus olhos inertes, guardando os segredos das sendas trilhadas.

    Assim como a vida, em sua efemeridade, esses pedaços de giz se desfazem sob a pressão dos passantes, desvanecem-se ao menor sopro do destino.

    Ah, são símbolos da transitoriedade, da impermanência que rege tudo o que é tangível. Cada traço desenhado com eles, efêmero e transitório, assemelha-se às memórias que se desvanecem com o tempo.

    Eles, que moldam letras e números, delineiam a sabedoria do conhecimento, transformam-se em veículos da comunicação, ecoando a voz daqueles que se expressam através deles.

    Com um simples toque, eles criam universos inteiros de ideias e significados, mas estão destinados a desaparecer, apagados pelo destino inescrutável.

    Óh, histórias em pó de giz, vossas existências fugazes nos ensinam a lição suprema da transitoriedade da vida, da efemeridade de todas as coisas.

    Sois testemunhas silenciosas do efêmero esplendor humano, guardiões da história que se desfaz no fluir inexorável do tempo.

    Mas apesar de vossa efêmera existência, vossos traços perduram por breves instantes, deixando marcas indeléveis na memória daqueles que por vós passam.

    Ah, que lição nos trazeis, óh histórias em pó de giz, sobre a beleza fugaz e a importância dos breves instantes que compõem nossa efêmera jornada pela existência: o desenho de um verdadeiro e infinito amor!

    (Betto Gasparetto)

    LEMBREI DE TI

    Posted in Sem categoria on 25 de dezembro de 2023 by Prof Gasparetto

    (Betto Gasparetto)

    Oh, doce lembrança que em mim reluz,
    Teu nome ecoa pelo tempo a vagar!
    Recordações, como estrelas no céu azul,
    Brilham, fulgurantes, ao meu recordar.


    Lembrei de ti, outrora, com ternura,
    Teu riso, um sol radiante a brilhar.
    A saudade, como doce amargura,
    Invade, suave, a alma a recordar.


    Trazes consigo dias de alegria,
    Memórias que o tempo não pode apagar.
    Teu ser, uma constante sinfonia,
    Em meu peito, eterna, a ecoar.


    Ah, lembrança querida, és etérea,
    Teu eco, um suave sussurrar.
    Lembrei de ti, em hora solitária,
    E o coração, saudoso, a pulsar.


    Nesta efêmera vida, és a luz,
    Que guia meu caminhar.
    Lembrei de ti, e assim, conduz,
    Ao amor que jamais irá cessar.

    (Betto Gasparetto)