Quando Teus Beijos Acalmam Minh’Alma (10/12)

Posted in Sem categoria on 16 de fevereiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Cântico nr. 10. Entre as Vinhas do Líbano

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

Nos campos onde crescem as oliveiras,
Cada ramo curva-se à tua beleza.
Que tua voz seja o néctar da aurora,
E teu riso, o canto do entardecer.

Nas noites iluminadas pela lua,
O vento carrega teu nome pelos vales.
Que cada gota de orvalho em tua pele,
Seja um verso dedicado ao nosso amor.

Os cedros do Líbano guardam teu segredo,
E as montanhas sussurram nossa história.
Que os dias sejam como vinhas férteis,
E as noites, um brinde à eternidade.

Que meu olhar seja o cálice onde descansas,
E minhas mãos, as raízes que te sustentam.
Que os rios do Oriente reguem nossa paixão,
E que teu amor seja a vinha que nunca seca.

Ó musa das terras perfumadas,
Que tua sombra me cubra nos dias ardentes.
E que nos vinhedos da nossa lembrança,
Cada fruto carregue o sabor de teus beijos.

Se o tempo um dia apagar nossos rastros,
Que as uvas ainda amadureçam ao som de tua voz.
Pois em cada vinho que umedece meus lábios,
Há a doçura infinita do teu amor.

Os cachos maduros balançam ao vento,
Como se em prece à tua chegada.
Cada gota de vinho é um reflexo teu,
E cada suspiro, uma saudação ao teu nome.

Nos vinhedos do Levante, tua presença é sombra,
E o aroma das uvas reflete tua pele dourada.
Que eu possa beber do vinho de tua essência,
E embriagar-me eternamente de teu amor.

Os montes de Gileade abençoam tua caminhada,
E os rios sussurram teu nome ao passar.
No calor da tarde, repouso à tua sombra,
Ó amada, teus olhos são como vinhedos,
E cada brisa leva consigo teu perfume.

Onde amadurecem os frutos da paixão.
Que minhas palavras sejam as folhas que te cobrem,
E meu toque, o sol que te aquece.

(Betto Gasparetto – vi/xx)

Quando Teus Beijos Acalmam Minh’Alma (09/12)

Posted in Sem categoria on 16 de fevereiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Cântico nr. 9. Nos Rios da Tua Pele

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

Tua pele é rio onde as tâmaras boiam,
Teu toque é brisa que embriaga as flores.
Na corrente de tua essência me afogo,
E nela renasço, eterno em teu amor.

Nos meandros do Tigre, flui tua voz,
E no Eufrates, repousam teus suspiros.
Ó mulher de águas e auroras,
Cada gota que desliza em tua pele é promessa.

O vento do Levante espalha teu aroma,
E nas margens dos rios, o jasmim floresce.
Que eu me perca em teus braços serenos,
E que tua correnteza me leve à paz.

Nos jardins suspensos de tua ternura,
Brotam açafrões e lírios silvestres.
Que os rios que dançam em tua pele
Sejam a bússola de minha saudade eterna.

O sol, ao tocar tua pele dourada,
Derrama sua luz como um beijo sagrado.
Que eu seja uma sombra à beira de teu rio,
E que tua brisa me embale como um canto antigo.

Tua voz ecoa entre os cedros distantes,
E teu perfume perfuma os vales esquecidos.
Ó amada, és o rio que nunca seca,
E em tua correnteza navegam meus sonhos.

As marés que correm ao entardecer,
São como teus braços a envolver-me.
Que cada gota que desliza em tua pele
Seja um verso a recitar tua beleza.

Ó amada, na noite onde as estrelas repousam,
Os rios do Oriente refletem tua imagem.
Que cada nascente murmure teu nome,
E que tua essência viva nos séculos que virão.

Se a lua tocar as águas que te envolvem,
Que seu brilho seja reflexo de teu olhar.
Que eu descanse no leito de tua ternura,
E que a maré de teu amor nunca se dissipe.

Ó musa dos riachos e fontes serenas,
Que em tua pele eu encontre o refúgio.
E se a aurora vier buscar minha alma,
Que ela me encontre adormecido em teus braços.

(Betto Gasparetto – vi/xx)

Quando Teus Beijos Acalmam Minh’Alma (08/12)

Posted in Sem categoria on 16 de fevereiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Cântico nr. 8. Jardim dos Encantos Esquecidos

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

No silêncio de tua presença, os jasmins florescem,
E as oliveiras inclinam-se para ouvir teus segredos.
Ó amada, és o cântico das noites serenas,
E a brisa que dança entre os montes esquecidos.

Teus passos ecoam como hinos antigos,
E cada folha caída murmura teu nome.
As fontes ocultas cantam tua doçura,
E os galhos se curvam à tua sombra sagrada.

No perfume das damas-da-noite, encontro teu rastro,
E na luz do amanhecer, tua imagem resplandece.
Os cedros sussurram sobre tua graça,
E o vento leva tua essência ao horizonte.

Que eu possa repousar em tua lembrança,
E colher nas alvoradas o orvalho de teus lábios.
Pois és o jardim onde mora a esperança,
E em teu olhar, a eternidade floresce.

Entre os ramos das laranjeiras,
O tempo repousa em perfume e desejo.
Que cada flor que se abre em tua presença
Seja o reflexo do brilho dos teus olhos.

O cântico das fontes ecoa tua doçura,
E os riachos sussurram teu nome.
Que os ventos suaves do Oriente
Levem meus versos aos teus ouvidos.

No calor dourado das tardes tranquilas,
Tua sombra é refúgio para minha alma.
Que os campos de romãs adormeçam
Sob a melodia dos teus suspiros.

Os lírios crescem onde teus pés tocam,
E as vinhas se entrelaçam ao teu sorriso.
Que a lua bordada no céu estrelado
Seja a guardiã de nossos segredos.

Na brisa matinal que beija os trigais,
Ouço teu riso entre as colinas.
Que cada gota de orvalho traga consigo
A lembrança de tua voz adormecida.

Ó amada, que as montanhas do Líbano
Sejam o templo de nosso amor eterno.
Que em cada flor que se abre ao vento,
Seja tua ternura a soprar-me a vida.

Teus passos ecoam como hinos antigos,
E cada folha caída murmura teu nome.
As fontes ocultas cantam tua doçura,
E os galhos se curvam à tua sombra sagrada.

No perfume das damas-da-noite, encontro teu rastro,
E na luz do amanhecer, tua imagem resplandece.
Os cedros sussurram sobre tua graça,
E o vento leva tua essência ao horizonte.

Que eu possa repousar em tua lembrança,
E colher nas alvoradas o orvalho de teus lábios.
Pois és o jardim onde mora a esperança,
E em teu olhar, a eternidade floresce.

 (Betto Gasparetto – vi/xx)

Quando Teus Beijos Acalmam Minh’Alma (07/12)

Posted in Sem categoria on 16 de fevereiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Cântico nr. 7. A Canção das Romãs Maduras

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

Os ventos que passam por tuas vestes
São os mesmos que embalam as romãs do deserto.
Tua doçura se espalha no ar como mirra,
E cada fruto amadurece ao som de tua voz.

No pomar onde o tempo adormece,
Teu perfume dança entre as folhas.
As abelhas repousam no néctar dos teus lábios,
E a brisa leva teu nome às colinas distantes.

Ó amada, tua pele é um jardim secreto,
Onde as tâmaras repousam ao luar.
Que teus braços sejam meu abrigo,
E teu colo, minha morada eterna.

As uvas que crescem à tua sombra,
Carregam em si o sabor do teu beijo.
E os pássaros que cantam entre os ramos,
Entoam hinos de tua beleza.

Ó mulher dos campos floridos,
Que cada fruto traga tua lembrança.
Que cada raio de sol que toca a terra,
Seja a promessa de tua presença.

E quando a noite cair sobre as colinas,
Que tua voz seja a melodia do silêncio.
E que as romãs que se abrem à tua passagem,
Sejam as palavras do nosso amor eterno.

Nas tardes douradas, entre vinhas e jasmins,
Sinto teu rastro nos vales adormecidos.
Os riachos cantam teus sussurros perdidos,
E a aurora traz teu nome entre as brisas.

Se os montes do Líbano falassem de amor,
Contariam os segredos que confiei ao vento.
Cada flor colhida entre as videiras,
Guarda um beijo que o tempo não apagou.

As tâmaras adoçam as mãos dos viajantes,
Assim como teu olhar adoça minhas noites.
E quando a alvorada toca as romãs,
Vejo nelas o reflexo de teu sorriso.

Ó mulher de perfume de açafrão e mirra,
Que teu nome ressoe nos vales do Oriente.
Que a lua escreva tua história no céu,
E que os ventos espalhem tua lembrança.

Que eu possa repousar entre os ramos,
Onde tua voz se dissolve entre as folhas.
Que teu amor seja o néctar da vida,
E teu toque, a bênção de cada estação.

Que minha alma seja um jardim cultivado,
Onde cada fruto floresce ao teu toque.
Pois és a música que embala as romãs,
E a eternidade que vive em meu peito.

 (Betto Gasparetto – vi/xx)

Quando Teus Beijos Acalmam Minh’Alma (06/12)

Posted in Sem categoria on 16 de fevereiro de 2025 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

Cântico nr. 6. Aurora no Vale dos Cedros

By NC Flux Schnell+ Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

Entre as raízes do tempo teu nome é eco,
No vale onde os cedros se erguem em prece.
Teu perfume é a prece da alvorada,
Tua silhueta, a dança do orvalho sobre as colinas.

Teus passos despertam as fontes,
E as águas sussurram tua chegada.
Os ventos de Hermom cantam teu nome,
E as folhas douradas celebram tua vinda.

Ó amada, és a brisa que beija as montanhas,
E a luz que doura os campos de açafrão.
Que eu possa repousar em tua sombra,
E ouvir teu riso como um canto divino.

Na alvorada, teus olhos refletem o céu,
E cada raio de sol beija teus lábios.
Que eu seja um viajante eterno em tua presença,
E tua ternura, a luz do meu destino.

Que as romãs floresçam ao toque de teus dedos,
E que os cedros se curvem ao teu perfume.
Ó mulher dos vales sagrados,
Em tua presença, o tempo repousa.

Que o orvalho traga tuas promessas,
E que as videiras se entrelacem ao teu nome.
Ó doce aurora dos montes,
És a alvorada do meu coração.

Nas sombras dos pinheiros antigos,
Sinto teu aroma de mirra e de mel.
Que cada estrela que nasce no céu,
Traga consigo teu nome sagrado.

O vento que percorre os campos
Leva consigo teus sussurros suaves.
Ó amada, és a promessa da primavera,
E o repouso sereno da estação dos sonhos.

Os montes se dobram à tua beleza,
E os riachos cantam ao teu passar.
Que eu possa seguir teus passos dourados,
E em tua sombra, encontrar meu lar.

No brilho do sol que se levanta,
Vejo a dança de teus cabelos ao vento.
Que tua presença seja o bálsamo do meu espírito,
E tua lembrança, a canção que embala minha alma.

Que os lírios floresçam ao ouvir teu nome,
E que os campos guardem o eco de teu riso.
Ó mulher dos cedros e das auroras,
Em ti repousa a eternidade de meu anseio.

Que cada folha que cai seja uma promessa,
E cada brisa, um sussurro de amor.
Que nos vales onde os cedros se erguem,
Eu encontre teu abraço na quietude do tempo.

Na dança das sombras e da luz,
Sei que teus passos ainda ecoam.
E que tua presença será sempre minha alvorada,
O brilho eterno que ilumina meu ser.

Teus passos despertam as fontes,
E as águas sussurram tua chegada.
Os ventos de Hermom cantam teu nome,
E as folhas douradas celebram tua vinda.

Ó amada, és a brisa que beija as montanhas,
E a luz que doura os campos de açafrão.
Que eu possa repousar em tua sombra,
E ouvir teu riso como um canto divino.

Na alvorada, teus olhos refletem o céu,
E cada raio de sol beija teus lábios.
Que eu seja um viajante eterno em tua presença,
E tua ternura, a luz do meu destino.

Que as romãs floresçam ao toque de teus dedos,
E que os cedros se curvem ao teu perfume.
Ó mulher dos vales sagrados,
Em tua presença, o tempo repousa.

Que o orvalho traga tuas promessas,
E que as videiras se entrelacem ao teu nome.
Ó doce aurora dos montes,
És a alvorada do meu coração.

Nas sombras dos pinheiros antigos,
Sinto teu aroma de mirra e de mel.
Que cada estrela que nasce no céu,
Traga consigo teu nome sagrado.

 (Betto Gasparetto – vi/xx)