Posted in Sem categoria on 20 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto
(Betto Gasparetto)
Oh, doce, proibido e indomável beijo, que sob a lâmina dos portões cerrados, os passos romanceados de sentir, ora em chuvas, ora em sóis, no descompasso da caminhada, o teu vulto se desenha em brisa…
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Censuramos, sim, todos os olhares clandestinos, nos corredores dos saberes ocultos das tardes ensolaradas. Em segredo, nossos lábios umedecidos de silêncio e som se encontram, num intrépido amor clandestino e ao mesmo tempo algozes…
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Um romance clássico que se perpetua que enaltece a geografia ainda a ser explorada, como uma rosa desabrochando em meio aos queres…
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Nossos suspiros, ah nossos suspiros que sussurram segredos, os olhares clandestinos em tons de ameaças questionam: “O que está acontecendo? ”, porém, o sol testemunha nossa compulsiva paixão como que validando o sentimento…
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E os pássaros, como testemunhas silenciosas, guardam em suaves melodias nosso segredo sagrado…
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Oh, como é doce esse mel que verte do teu fruto proibido, colhido sob o véu da inocência…
Nosso amor causa arrepios nas poesias tecidas de aforismos e manifestações ardentemente florescidas de razão e sentidos, resistindo assim, às tempestades da sociedade…
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Dançamos pelos corredores, às escondidas, nos perdemos nos compassos, nos entregamos em abraços e olhares nos bastidores dos intervalos a céu aberto…
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Os olhos alheios estão cegos de ira e fome pela ignorância hereditária da falência humana…
São iconoclastas do eu exterior que pelas chamas ofuscantes da decadência, julgam como juízes num tribunal de cegos…
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(…)
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Assim como Romeu e Julieta, que se entregaram às luzes do querer, estamos num momento de pertencimento de palavras bordadas de desafios vencidos…
Mas, eles, quem sabe dos abismos?
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Oh tardes que se foram…
Oh fotografias que registraram sóis e nuvens de muitas tardes….
Os pátios que pelas pedras quais pisamos, deixamos nossos registros em cada passo, em cada pegada até chegar nos portões cerrados de uma muralha que aos poucos se dissipa com o tempo…
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Venha oh brisa encantadora, pousar em meus lábios os cantos harmônicos do querer perpetuar o FICARMAIS… não num ato breve, mas num ato contínuo…
Censuremos os calendários, os sinais, os portões cerrados, para que sejamos abençoados, para que tenhamos tempo de confabular num silêncio EU QUERO…
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Não permitamos que os corredores censurem o que é livre… pois, sob a lâmina dos nossos beijos proibidos, iremos escrever capítulo por capítulo nossa própria história…
Das minhas cavalgadas vazias, onde o luar desenha seus pincéis prateados formando arabescos, com um olhar ao longe vislumbro a luz do amor que refletida nos bilhetes perfumados que me destes, sinto no fulgor dos teus olhos um sentimento particular de amor e entrega.
Ah, doce amor, cujo o profundo olhar é como o suave toque de uma brisa noturna, que invade meu peito ferido, que acaricia minha alma sentida, e desperta nas profundezas do coração, do ser mortal que sou, uma paixão avassaladora.
Teus olhos, ó divina alma de brisa, são como arco-íris que tatuam momentos únicos, que em minha memória traz teus traços de princesa esculpidos pelos majestosa estrelada. Quando tuas carícias em sonhos repousam sobre mim, rasga-se o silêncio emudecido de contar histórias nos contornos do teu corpo, não se pode negar que sinto-me envolto por uma aura de sentimentos, e meu coração quer por uns segundos saltar mensagens, antes silente, num ressoar em compasso acelerado, como um tambor anunciando a tua chegada, pousando em meus braços como um sentimento que transcende as eras…
Oh, como é tão distante te alcançar nas estradas, como ser o teu reflexo diante da lua nas águas serenas de um lago, e tentar enxergar teu olhar apaixonado a penetrar nas camadas mais sutis do querer, do estar nas profundezas da minha essência. Neles, encontro um beijar roubado náufrago de um oceano de emoções, cujas ondas de um abraço hipnótico de ternura e desejos me envolvem como um beijo molhado etéreo, imerso nas correntes do ser emotivo do amor que fluem freneticamente entre nossas almas conectadas.
Cai a noite, e mais uma vez olho pela janela, aguardando que teus olhos lancem quereres, como estrelas cintilantes desenhadas em constelações de afeto em meu sofrido coração. Sob a luz tênue das nossas imagens nas fotografias, vejo-me em preto e branco, perdido na imensidão do teu olhar, correndo olhares pelos caminhos que planejamos, onde segredos são sussurrados e promessas são seladas pela corrente dourada que me destes num dia ensolarado, demonstrando que só o amor verdadeiro pode se entregar na sua fidelidade.
És tu, ó amor dos meus quereres noturnos, que com teu olhar e beijo apaixonados moldas as palavras que se desenham de meus lábios. Cada expressão, cada toque de mãos, cada olhar inocentemente lançado, cada promessa de portões se abrindo, ganha vida sob a universidade dos teus olhos, como um poema tatuado pelo destino em pergaminhos escondidos. Fizemos vários acordos nesta caminhada e selamos com segredos.
Que o brilho dos teus olhos, em meus momentos de tempestades, náufrago de mil perdões, como faróis que guiam sentimentos, guie-me pelos oceanos da vida, e que a chama ardente de chocolates que derretem ao serem beijados, das cortinas que se abriram do teu olhar apaixonado seja a brisa-guia que nos conduzirá pelos encontros secretos que amor que transcende o tempo e desafia as fronteiras do impossível.
Sob os sabores da noite estrelada, as memórias se aproximam em sensações inexplicáveis, onde o silêncio rompe as barreiras do talvez, e é entremeado pelos suspiros da brisa, escondem em nossos lábios o beijo proibido como pétalas que desabrocham numa floresta de desejos, ao toque suave do querer mais. E assim, como abelhas que buscam o néctar das sensações nas flores, bebemos em nossos beijos o sagrado e doce mel que adoça a íntima paixão que floresce entre nós.
Até quando viverei nas sombras do silêncio, ocultando os suspiros do meu coração, que pulsa em segredos que apenas as estrelas testemunham?
II. As Estrelas como Confidentes
Até quando as estrelas serão minhas confidentes, ouvindo os segredos que sussurro em meio à noite, revelando um amor que permanece velado aos olhos do mundo?
III. O Manto do Mistério
Até quando me envolverá o manto do mistério, ocultando as páginas escritas em tinta invisível, onde te amo em palavras que nunca ousam ser ditas?
IV. O Sabor do Segredo
Até quando provarei o sabor do segredo, como um fruto proibido, saboreando o doce amargor de um amor que floresce nas sombras da discrição?
V. A Dança dos Desejos Velados
Até quando dançarei nos salões dos desejos velados, onde nossos olhares se entrelaçam como bailarinos que sussurram promessas de paixão em passos silenciosos?
VI. O Silêncio das Palavras Não Ditas
Até quando o silêncio será meu aliado, guardando as palavras não ditas que ecoam nos recantos do meu peito, palavras que delineiam o amor que se mantém em segredo?
VII. A Arte do Olhar Cúmplice
Até quando a arte do olhar cúmplice será meu refúgio, onde cada piscar de olhos é um código indecifrável, mas repleto de mensagens que proclamam um amor sutil?
VIII. O Oculto nas Páginas do Coração
Até quando o coração será o livro em que guardo os capítulos secretos de um amor proibido, cujas páginas são lidas apenas por olhos que entendem o idioma do afeto velado?
IX. As Sombras que Abraçam o Amor
Até quando as sombras serão testemunhas silenciosas, abraçando o amor que se esconde nas dobras da noite, onde os suspiros são confidências sussurradas ao vento?
X. A Melodia do Segredo
Até quando a melodia do segredo ecoará nos cantos da minha alma, como uma canção triste que ressoa na penumbra, contando a história de um amor que permanece oculto?
XI. Os Beijos Roubados pela Escuridão
Até quando a escuridão será cúmplice dos beijos roubados, onde nossos lábios se encontram em um ballet de sombras, dançando uma coreografia de desejos entrelaçados?
XII. A Pintura do Afeto Escondido
Até quando pintarei a tela do meu coração com as pinceladas de um afeto que se esconde nas entrelinhas, formando um quadro que somente eu posso decifrar?
XIII. O Jogo das Mãos que Não se Tocam
Até quando jogarei o jogo das mãos que não se tocam, onde a proximidade é uma ilusão, mas os dedos dançam no ar, traçando linhas imaginárias de um toque proibido?
XIV. A Perfumada Discrição do Amor
Até quando respirarei a perfumada discrição do amor, onde o aroma das emoções compartilhadas flutua no ar, mas apenas corações atentos podem decifrar seu doce segredo?
XV. Os Sonhos que Murmuro em Silêncio
Até quando murmurarei os sonhos em silêncio, como segredos confiados às estrelas, onde a noite é testemunha da profundidade do meu amor oculto?
XVI. As Promessas Seladas em Pensamentos
Até quando selarei promessas em pensamentos, juramentos que ecoam no vasto silêncio, mas que permanecem invisíveis aos ouvidos alheios?
XVII. A Sinfonia dos Sentimentos Camuflados
Até quando a sinfonia dos sentimentos camuflados ressoará, como uma orquestra invisível, tocando as notas de um amor que se entrelaça nas entrelinhas do cotidiano?
XVIII. O Brilho Escondido nos Olhos
Até quando o brilho escondido nos olhos será a chama que arde discretamente, como uma estrela solitária na vastidão do céu, testemunhando a intensidade do meu amor silencioso?
XIX. O Silêncio que Grita Verdades
Até quando o silêncio gritará verdades não pronunciadas, como um eco que reverbera nas paredes do meu ser, clamando por um amor que transcende o ato de falar?
XX. A Dança do Tempo que Espera
Até quando dançarei com o tempo que espera pacientemente, enquanto nossos destinos se cruzam e se afastam, mas o amor persiste, aguardando o momento propício?
XXI. Os Juramentos Sussurrados ao Vento
Até quando sussurrarei juramentos ao vento, palavras que se dispersam na vastidão, mas que carregam consigo o compromisso eterno de um amor que transcende as barreiras do entendimento?
XXII. O Silêncio como Testemunha
Até quando o silêncio será testemunha de um amor que se constrói em suspiros não ditos, mas que ecoam no espaço que separa os corações entrelaçados em segredo?
XXIII. O Até Quando que Permanece Incerto
Até quando viverei te amando em segredos? O “até quando” é uma incógnita, uma jornada de mistério que apenas o destino desvelará, revelando ou ocultando o desfecho desse amor que persiste no domínio das sombras.
No crepúsculo dos nossos destinos entrelaçados, descubro que somos âncoras e fortalezas nas mãos de Deus, onde o verdadeiro amor é uma bênção que nos abençoa. É um capítulo sagrado, onde as nossas almas se tornam navios seguros em águas divinas, guiados pelas mãos da providência que tecem os fios invisíveis da nossa história compartilhada.
II
Somos âncoras ancoradas nos planos divinos, cada compromisso firmado é um elo que nos conecta à vontade maior que nos uniu. Nas águas incertas da vida, nossos corações são pontos fixos que resistem às correntes da incerteza, porque o amor que nos une é um decreto divino que nenhum temporal pode desafiar.
III
Em tuas mãos, sinto a força do Criador que moldou nossos destinos. As palmas que acariciam são as mesmas que deram forma à essência do nosso ser. Nas tuas mãos, descubro a arte divina que esculpiu cada traço, cada linha que compõe o livro da nossa existência. Deus, o grande artesão, nos moldou juntos, entrelaçando nossos destinos em uma tapeçaria celestial.
IV
Somos fortalezas, erguidas nas mãos de Deus, cada desafio é uma pedra colocada para fortalecer as fundações do nosso amor. Nas tempestades da vida, somos protegidos pelas torres inabaláveis que Ele construiu. A cada dificuldade enfrentada, percebemos que somos parte de uma construção divina, uma obra-prima de amor e resistência.
V
Nas nossas mãos entrelaçadas, sinto a benção do Alto. O toque singelo dos nossos dedos é uma aliança abençoada, e cada toque é uma comunhão espiritual que celebra a divindade do nosso amor. Deus, o arquiteto celestial, nos uniu não apenas em corpo, mas também em espírito, selando nosso pacto com as bênçãos sagradas do verdadeiro amor.
VI
Cada sorriso compartilhado é um reflexo da luz divina que habita em nós. As lágrimas que secamos são testemunhas da graça que nos sustenta nos momentos mais sombrios. Somos seres abençoados, guardiões de um amor que transcende as fronteiras do terreno, porque nas nossas mãos repousa a benção de Deus que nos protege e guia.
VII
Assim, nas mãos de Deus, somos mais do que meros amantes; somos criaturas abençoadas com a dádiva do verdadeiro amor. Nas suas mãos, encontramos a segurança, a orientação e a certeza de que a nossa jornada é guiada por uma mão divina que escreve a história da nossa união. É a bênção que nos acompanha, como uma luz eterna que brilha nos recantos mais íntimos do nosso amor sagrado.
No crepúsculo dos nossos momentos mais íntimos, descubro a divina confiança em tuas sagradas mãos, onde a entrega se torna um ritual de confiança mútua. É um capítulo onde a vulnerabilidade se transforma em força, e as carícias são uma prece sussurrada nos cantos sagrados do nosso entendimento.
II
Em tuas sagradas mãos, sobrevivi às tempestades da vida. Cada toque é uma bênção que acalma as ondas revoltas do meu ser, como se tuas mãos fossem feitas para domar as tormentas que habitam minha alma. És o guardião que me acolhe nas horas mais sombrias, um farol que guia meu coração de volta à segurança dos teus braços.
III
Cada dedo que traça caminhos suaves sobre minha pele é uma promessa de proteção. O calor das tuas mãos é um abraço que afasta o frio da solidão, uma fonte eterna de conforto que acalma as feridas invisíveis que a vida inscreveu em minha alma. Em tuas sagradas mãos, encontro a fortaleza que me sustenta nos momentos de fragilidade.
IV
Na confluência dos nossos dedos, escrevemos uma história de amor eterno. Cada aperto de mãos é um compromisso renovado, uma aliança que transcende as palavras ditas em votos. O toque suave é um elo que nos conecta nas horas de alegria e nos ampara nos dias de tristeza. Em tuas sagradas mãos, descubro o poder redentor do amor que nos une.
V
O carinho das tuas mãos é uma linguagem silenciosa, um diálogo íntimo que vai além das fronteiras do verbal. Nos gestos delicados, encontramos uma comunicação profunda, onde os sentimentos são traduzidos em afagos, e as emoções se manifestam nos contornos suaves das tuas carícias. As mãos, sábias e gentis, narram a história dos nossos dias juntos.
VI
Em tuas sagradas mãos, percebo que o amor é uma troca constante de energia. Cada toque é uma transferência de calor humano, uma dança energética que nos envolve em uma aura de intimidade. É como se, através das tuas mãos, trocássemos pedaços da nossa essência, criando um laço indissolúvel que transcende as barreiras do físico.
VII
Assim, em tuas sagradas mãos, encontro a sobrevivência e a resiliência que só o verdadeiro amor pode proporcionar. A confiança depositada em teus dedos é uma promessa de que, juntos, somos capazes de superar qualquer desafio. Cada carícia é uma celebração da conexão que nos torna invulneráveis na entrega mútua. Em tuas sagradas mãos, descubro a magia de sobreviver não apenas ao tumulto do mundo, mas também à deliciosa vulnerabilidade de entregar-me completamente ao amor que nos une.