POR UN CORAZÓN DESPEDAZADO

Posted in Sem categoria on 8 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

Por Marietta Navarro

En el eco silencioso de la noche, yace un corazón despedazado.
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Sus suspiros se mezclan con el viento, llevando consigo los retazos de un amor roto.
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Cada latido es un eco de la melancolía que anida en lo más profundo, recordando los momentos de alegría convertidos ahora en espinas que hieren cada pensamiento.
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Las grietas en el alma reflejan los recuerdos que se desvanecen lentamente, como hojas secas llevadas por la corriente de un río.
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El dolor se convierte en compañero constante, tejiendo su presencia en cada momento, recordando la fragilidad de lo que una vez fue un amor sólido y lleno de promesas.
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Sin embargo, en medio de la oscuridad, el corazón roto busca sanar.
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Con cada amanecer, intenta recomponerse, juntando pedazos dispersos con la esperanza de encontrar una nueva luz.
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Las cicatrices se convierten en testigos de la fortaleza interior, un recordatorio de la capacidad de amar y de renacer después de la tormenta.
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Así, entre susurros de esperanza, el corazón despedazado sigue latiendo, aprendiendo a vivir con las grietas, pero sin dejar de palpitar con la ilusión de un mañana donde el amor vuelva a florecer.

CÓMO SOBREVIVIR A UN AMOR ROTO

Posted in Sem categoria on 8 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

Por Miguel Arrivera

El corazón es como un jarrón frágil, una vez roto, parece imposible recomponerlo por completo.
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El amor, ese sentimiento que nos eleva a lo más alto, también puede desgarrarnos hasta lo más profundo.
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La tristeza inunda el alma, las lágrimas se convierten en compañeras y el dolor se convierte en un peso difícil de sobrellevar.
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Sin embargo, en medio de la oscuridad, encontramos la fuerza para recoger los pedazos.
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Aprendemos a sanar poco a poco, permitiendo que el tiempo sea nuestro aliado más fiel.
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Nos aferramos a los recuerdos felices como destellos de luz en la tormenta.
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La clave para sobrevivir a un amor partido está en el autocuidado.
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Reconstruirnos desde adentro, nutrir nuestras pasiones, rodearnos de amor propio y apoyo de aquellos que nos quieren.
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Aceptar que está bien sentirse vulnerable y permitirnos vivir el duelo.
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Con el paso de los días, las grietas en el corazón comienzan a cicatrizar.
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Descubrimos que somos más fuertes de lo que creíamos y que el amor propio es el cimiento sobre el cual construir un nuevo mañana.
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Aunque la herida perdure, aprendemos a llevarla con dignidad, convirtiendo el dolor en un testimonio de nuestra resiliencia.

“PAESAGGI UMANI” (Paisagens Humanas)

Posted in Sem categoria on 8 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

Por Antonella del Vaccinn

Le “paesaggi umani” sono dipinti con le sfumature più variegate dell’umanità. Ogni viso, ogni sorriso o ruga racconta storie di vita vissuta. Le strade trafficate delle città sono come fiumi in movimento, dove le persone fluiscono insieme, creando un intreccio di culture, lingue e tradizioni.
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I mercati vivaci sono quadri dinamici, dipinti con colori brillanti e profumi seducenti, dove la gente si mescola come pigmenti su una tavolozza, creando un’opera d’arte vivente. Nelle campagne tranquille, le mani laboriose dei contadini coltivano la terra, creando paesaggi rurali che raccontano la storia antica e preziosa del legame tra l’uomo e la natura.
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Le spiagge assolate sono teatri di momenti condivisi, dove risate, abbracci e conversazioni si mescolano con l’incessante brusio del mare. Ogni angolo di questo mondo è una tela su cui gli esseri umani dipingono le loro vite, creando paesaggi unici e meravigliosi.

A SOFRÍVEL SOLIDÃO DE ESTAR SÓ

Posted in Sem categoria on 6 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

por Scarleth Honney

Na quietude do coração humano, ecoa a sofrível solidão de estar só. Dentro de cada alma, há um anseio por conexão, um clamor por união com o todo. A solidão, essa sombra que paira sobre muitos, não é apenas a ausência de companhia física, mas a sensação de separação, o vazio que habita o âmago quando os laços do entendimento se desfazem.

A verdadeira solidão não reside na ausência de outros seres, mas na desconexão consigo mesmo e com o universo que nos cerca. É na compreensão de nossa essência e na busca por compaixão mútua que encontramos a cura para esse mal. A jornada para transcender essa solidão começa com o autoconhecimento, a aceitação e o amor próprio.

Voraz de ter coragem de fugir do medo voraz!

Foto por Jeswin Thomas em Pexels.com

É imperativo entender que a conexão genuína não se limita ao contato físico, mas floresce na empatia, na compreensão e na vontade de compreender o próximo. A solidão é uma ilusão que se dissipa quando abraçamos a humanidade como uma família interligada, quando buscamos entender e amar sem reservas.

Assim como a noite cede espaço à aurora, a solidão pode ser superada quando escolhemos abrir nossos corações para o entendimento mútuo, para a compaixão e para a busca da unidade com todos os seres. É na união de propósitos nobres e na compreensão de que somos todos parte de um todo maior que encontramos a verdadeira cura para a sofrível solidão de estar só.

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NÔMADES

Posted in Sem categoria on 6 de janeiro de 2024 by Prof Gasparetto

por Post Scriptum

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IMPETUS
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Nos desertos da vida, onde o sol queima inclemente e o horizonte se estende em uma vastidão sem fim, as estradas se estendem como veias ancestrais da terra, traçando linhas na areia que ecoam histórias silenciosas.
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HABITUS
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O deserto, um lugar de quietude e solidão, é onde a alma encontra seu eco mais profundo. Sob o olhar impiedoso do sol, os grãos de areia dançam ao sabor do vento, revelando a dança eterna do tempo. É aqui, neste vasto vazio, que a jornada se desdobra diante dos passos incertos dos viajantes.
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INSULTUS
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As estradas, como serpentes sinuosas, entrelaçam-se nos desertos como veias pulsantes, conectando o presente ao desconhecido. Cada curva, cada reviravolta, conta uma história própria, marcada pelas pegadas daqueles que ousaram desbravar o desconhecido.
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PROPOSITUM
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No deserto da existência, as estradas se tornam metáforas de escolhas e destinos. Às vezes, se estendem à nossa frente como promessas de aventura, convidando-nos a seguir em frente, apesar do desconhecido. Outras vezes, se dissipam no horizonte, desafiando nossa coragem e determinação.
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Foto por Sebastian Palomino em Pexels.com

MENTECAPTUS
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Assim como o viajante enfrenta o deserto com coragem e resiliência, enfrentamos os desertos da vida. A cada passo dado, descobrimos mais sobre nós mesmos, sobre a força que reside no âmago de nossa própria essência. Nas estradas que percorremos, deixamos nossas pegadas, nossas histórias, nossos sonhos.
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INSOLITUS
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Nos desertos da existência, as estradas são mais do que meros caminhos de areia e pedra. São símbolos de perseverança, de esperança e de busca incessante pela verdade que se esconde nas profundezas de nossa alma. Nos desertos e estradas, encontramos não apenas um caminho a seguir, mas a nós mesmos, desvendando os segredos mais profundos que residem dentro de nós.