“Lutar não consiste apenas em dar como resultado ganhadores e perdedores, mas como se consegue o resultado.”
(Jun: 16, 1989)
“Lutar não consiste apenas em dar como resultado ganhadores e perdedores, mas como se consegue o resultado.”
(Jun: 16, 1989)
Heréticos momentos se desfazem lúgubres,
Ameaçando pósteras famílias plácidas;
Encontros incoerentes revelando uníparos…
…que pela lei divina são memórias ácidas!
Blasfêmeas semeadas em quintais sem donos,
Obreiros encobertos deploráveis mestres.
Enérgicas derrotas fraudulentos tronos…
Corvetas navegando num cortejo à Prestes!
Antífonas maneiras de escoltar anônimos,
num linguajar profano soberano inóspito:
que instigam nas nações um lamaçal de óbitos!
Os justificativos trazem mui incômodos,
inconfundivelmente tudo isso é óbvio,
quando é estabelecido um sentido homógrafo!!!
(Mar: 03, 2006)
Regicídio numa manhã sem sol impera,
Deprecantes vozes nobres entoam planos…
Derruiam paços colossais sem quimeras,
Maldizentes pelos corredores profanos!
Espéculo nas mãos longínquas já insanas,
Criavam cantinelas com furtivos pares.
Fortalecendo olhares mórbidas profanas:
Entre outras ilhargas de humildes lares…
Mentiras, matricárias sombras de acalanto
Nobiliários óbitos atrozes redimi,
Quartãs que se convidam então num frenesi!
Românticos anseios de exaltação,
Morgados bailes, vinho, corte de acerol!
Vagueza desespera a espera de arrebol!
(Abr: 14, 2005)
‘stouro nas paredes da memória pública
Traumáticas vivências sem sentido exato!
Lavei a charge que te fez heróica única,
Rabiscos os defeitos são bem-vindos atos!
‘stouro minh’alma num profundo átomo.
Martirizando o gosto de viver em dúvida,
Hasteio mil razões para não ser o último,
Jogando charlatões pelas lixeiras úmidas!
Lancei a falsa chance de sermos heróis,
Vivendo na ilusão de um mund’ insensato,
Na condição de ser a vítima do parto!
Oligarquia gera lenocínio atroz!
Municiadas víboras ostentam lábaros,
Sinfônicos mordentes são reais inaptos!!!
(Out: 27, 2006)
“O que diriam os saberes nas bocas dos mestres quando suplantam escravos numa sociedade reflorestada forasteira?”.Não me subestimes no imaginário do saber, se não te imaginares no prelo!” (Mar:21, 2000)