Archive for the Coleção – Poemas Category

Réquiem aos Fragmentos Humanos (03/10)

Posted in Coleção - Poemas on 3 de setembro de 2026 by Prof Gasparetto

 (Betto Gasparetto)

Trilha Sonora: Espelhos 05 – Degraus Humanos

3. O Desprezo dos Satisfeitos

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Nunca compreendi completamente a satisfação dos que vencem humilhando, essa alegria estreita de contemplar alguém diminuído aos seus pés, como se crescer significasse reduzir a altura daqueles que caminham próximos e como se toda conquista necessitasse do fracasso de outra pessoa.

Talvez a humanidade tenha aprendido cedo demais a construir degraus com as costas daqueles que acreditaram em promessas de companheirismo; depois chama isso de inteligência, competência, oportunidade ou destino, porque sempre encontramos palavras elegantes para nossas piores escolhas.

Também no amor conheci semelhante arquitetura de crueldade, quando alguém recebeu minha confiança como quem recebe uma casa e retirou lentamente as janelas, as portas, os móveis e as lembranças, deixando apenas paredes suficientes para que eu reconhecesse a ausência.

Desde então, certas demonstrações humanas provocam em mim uma ojeriza que não nasce do desejo de condenar pessoas, mas do cansaço de observar a facilidade com que a bondade é utilizada enquanto oferece alguma serventia e descartada quando exige coragem, renúncia ou simplesmente fidelidade.

Há dias em que me pergunto se evoluímos realmente além das aparências, pois inventamos máquinas extraordinárias e palavras cada vez mais sofisticadas, mas continuamos incapazes de sentir vergonha diante da dor que provocamos quando ninguém importante está olhando para aquilo que fazemos.

(Betto Gasparetto – 1999-2000)

Réquiem aos Fragmentos Humanos (02/10)

Posted in Coleção - Poemas on 2 de setembro de 2026 by Prof Gasparetto

 (Betto Gasparetto)

Trilha Sonora: Espelhos 04 – Luxo Vazio

2. A Pobreza que Veste Seda

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Há criaturas elegantemente vestidas cuja miséria atravessa o tecido, porque nenhuma aparência consegue esconder por muito tempo a pequenez de quem mede amizades pela utilidade, afetos pela conveniência e pessoas pela quantidade de portas que podem abrir em seu benefício.

Eu também atravessei salões onde a delicadeza servia apenas de verniz, onde mãos se apertavam enquanto pensamentos calculavam vantagens, e sorrisos impecáveis escondiam aquela antiga avidez de possuir o mundo sem oferecer ao mundo sequer a honestidade de uma palavra verdadeira.

Foi nesses lugares que senti saudade de um amor que não permaneceu, embora hoje eu saiba quanto havia de fingimento naquela antiga ternura; a memória possui crueldades particulares, pois conserva a beleza do gesto muito depois de compreendermos a pobreza moral de quem o praticou.

O que me causa repugnância não é a fragilidade natural de qualquer pessoa, porque todos carregamos falhas, hesitações, egoísmos e contradições, mas a serenidade daqueles que ferem deliberadamente e depois caminham como se a dor alheia fosse apenas um objeto quebrado deixado para trás.

Prefiro a pobreza das mãos vazias à abundância de uma alma interesseira, pois quem nada possui ainda pode oferecer presença, respeito e lealdade, enquanto certos homens acumulam tanto durante a existência que terminam possuindo tudo, exceto alguma coisa que mereça ser amada.

(Betto Gasparetto – 1999-2000)

Réquiem aos Fragmentos Humanos (01/10)

Posted in Coleção - Poemas on 1 de setembro de 2026 by Prof Gasparetto

 (Betto Gasparetto)

Trilha Sonora: Espelhos 02 – Virtudes Extras

1. O Homem Diante do Espelho

By Kontext 2v1+InG Flux Schnell + Starlight XL, Atomix XL v4 Lightning

Há no homem uma pobreza que nenhum ouro consegue esconder, uma espécie de quarto abandonado por trás das roupas bem passadas, onde repousam promessas que ele pronunciou somente para parecer digno e afetos que ofereceu enquanto julgava possível receber alguma vantagem.

Conheci essa miséria quando amei alguém mais do que deveria, pois o amor, quando sincero, possui o terrível costume de iluminar aquilo que a conveniência humana prefere conservar na penumbra, e descobri que muitos abraços possuem a duração exata do interesse.

Não me entristece que o homem deseje possuir aquilo que ainda não tem, mas que despreze com tanta facilidade aquilo que um dia implorou para ter; há nisso uma indigência que nenhuma fortuna consegue remediar, porque o coração ingrato permanece pobre mesmo cercado de abundância.

Vi palavras de ternura envelhecerem antes de chegar ao fim da tarde, vi juramentos perderem importância diante de uma oportunidade mais cômoda, e compreendi que algumas pessoas não abandonam somente quem as ama, abandonam também a parte decente de si mesmas para não perder vantagens.

Talvez por isso eu contemple o homem com uma tristeza quase fatigada, não porque espere dele uma pureza impossível ou uma perfeição absurda, mas porque tantas vezes ele conhece perfeitamente o caminho da dignidade e escolhe, ainda assim, a pequena estrada onde sua consciência vale menos.

(Betto Gasparetto – 1999-2000)

Fragmentos Humanos (07/50)

Posted in Coleção - Poemas on 16 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

VII – Silêncio Vazio (em 3 atos)

by Dall E-3

ATO 1

Ó silêncio vazio, presença etérea,
Que enche o ar com tua calma severa,
Em teu manto invisível, tudo se perde,
E o mundo inteiro em tua paz se encerra.
És um eco que nunca ressoa,
Uma ausência que em tudo ecoa.


Em tua vastidão, meus pensamentos vagam,
Como sombras perdidas, que em nada se apagam.
Oh, silêncio, teu toque é frio e constante,
Um abraço de vazio, suave e ofegante.
Por que em tua quietude me consomes,
Deixando-me perdido em noites insones?

Tua ausência de som é uma presença gritante,
Um vácuo que se espalha, calmo e flutuante.
Como o sopro do vento em um deserto árido,
Tua essência é etérea, mas sem fim, válida.

ATO 2
Oh, silêncio vazio, teu domínio é vasto,
E em tua serenidade, meus medos eu afasto.
És uma tela em branco, um espaço sem fim,
Onde minha mente divaga, procura um jardim.
Em tua calma, há uma força oculta,
Que revela o coração em sua luta.


Oh, silêncio, teu vazio é um espelho,
Que reflete a alma, sem brilho ou conselho.

Cada instante teu é uma eternidade,
Um momento suspenso na imensidade.
Oh, silêncio vazio, por que me cercas?
Em tua quietude, encontro minhas perdas.
És a ausência que tudo permeia,
Um suspiro de dor, que no ar vagueia.
Em tua vastidão, o tempo se dissolve,
E a realidade, em tua sombra, se envolve.


Oh, silêncio, tua calma é enganosa,
Pois em teu vazio, há uma angústia ardorosa.
Tuas sombras são profundas, tuas noites, longas,
E em teu abraço, minhas esperanças desmoronam.

Mas há uma paz em tua presença austera,
Um alívio no vazio que desespera.
Oh, silêncio, em tua serenidade fria,
Encontro a essência da minha agonia.
Cada momento teu é uma reflexão,
Um convite à introspecção.
Em teu vazio, encontro a verdade nua,
A crueza da existência, sem nenhuma luva.

Oh, silêncio vazio, tua paz é uma faca,
Que corta a ilusão, e a realidade destaca.
Em tua quietude, vejo meu verdadeiro eu,
Um reflexo da alma, sem véu ou escudo.

ATO 3

Oh, silêncio, em teu vazio eu mergulho,
E nas profundezas de minha mente, eu me oculto.
Cada pensamento é um grito abafado,
Cada memória, um eco calado.


Em tua ausência de som, ouço minha dor,
Um lamento contínuo, sem qualquer cor.
Mas há uma beleza em tua calma austera,
Uma serenidade que tudo tolera.


Oh, silêncio vazio, teu manto é vasto,
E em tua presença, meus medos afasto.
Pois em teu vazio, encontro uma paz,
Que nenhuma presença jamais desfaz.

Assim, ó silêncio, em tua calma me rendo,
E em teu vazio, meu ser compreendo.
Cada instante em tua presença é uma revelação,
Uma descoberta de minha própria condição.


Oh, silêncio, teu vazio é um santuário,
Onde encontro a verdade, em seu tom solitário.
Em tua quietude, há uma resposta oculta,
Uma sabedoria que a alma exulta.


Oh, silêncio vazio, teu domínio aceito,
Pois em tua ausência, encontro meu perfeito.
E em tua vastidão, meu espírito voa,
Livre do ruído, em paz, sem garoa.

(Betto Gasparetto – ii/xx)

Uma boa Leitura!

Posted in Coleção - Crônicas, Coleção - História Geral, Coleção - Poemas, Coleção - Poesia, Sonetos on 27 de dezembro de 2012 by Prof Gasparetto

 … é só clicar no título para ler ou imprimir. 

1. A Divina Comédia -Dante Alighieri
2. 
A Comédia dos Erros -William Shakespeare
3. 
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
4. 
Dom Casmurro -Machado de Assis
5. 
Cancioneiro -Fernando Pessoa
6. 
Romeu e Julieta -William Shakespeare
7. 
A Cartomante -Machado de Assis
8. 
Mensagem -Fernando Pessoa
9. 
A Carteira -Machado de Assis
10. 
A Megera Domada -William Shakespeare
11. 
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
12. 
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
13. 
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
14. 
Dom Casmurro -Machado de Assis
15.. 
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
16. 
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
17. 
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
18. 
A Carta -Pero Vaz de Caminha
19. 
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
20. 
Macbeth -William Shakespeare
21. 
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
22. 
A Tempestade -William Shakespeare
23. 
O pastor amoroso -Fernando Pessoa
24. 
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
25. 
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
26. 
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
27. 
O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
28. 
O Mercador de Veneza -William Shakespeare
29. 
A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
30. 
Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
31. 
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
32. 
A Mão e a Luva -Machado de Assis
33. 
Arte Poética -Aristóteles
34. 
Conto de Inverno -William Shakespeare
35. 
Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
36. 
Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
37. 
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
38. 
A Metamorfose -Franz Kafka
39. 
A Cartomante -Machado de Assis
40. 
Rei Lear -William Shakespeare
41. 
A Causa Secreta -Machado de Assis
42. 
Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
43. 
Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
44. 
Júlio César -William Shakespeare
45. 
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
46. 
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
47. 
Cancioneiro -Fernando Pessoa
48. 
Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
49. 
A Ela -Machado de Assis
50. 
O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
51. 
Dom Casmurro -Machado de Assis
52. 
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
53. 
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
54. 
Adão e Eva -Machado de Assis
55. 
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
56. 
A Chinela Turca -Machado de Assis
57. 
As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
58. 
Poemas Selecionados -Florbela Espanca
59. 
As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
60. 
Iracema -José de Alencar
61. 
A Mão e a Luva -Machado de Assis
62. 
Ricardo III -William Shakespeare
63. 
O Alienista -Machado de Assis
64. 
Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
65. 
A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
66. 
A Carteira -Machado de Assis
67. 
Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
68. 
Senhora -José de Alencar
69. 
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
70. 
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
71. 
A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
72. 
Sonetos -Luís Vaz de Camões
73. 
Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
74. 
Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
75. 
Iracema -José de Alencar
76. 
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
77. 
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
78. 
O Guarani -José de Alencar
79. 
A Mulher de Preto -Machado de Assis
80. 
A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
81. 
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
82. 
A Pianista -Machado de Assis
83. 
Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
84. 
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
85. 
A Herança -Machado de Assis
86. 
A chave -Machado de Assis
87. 
Eu -Augusto dos Anjos
88. 
As Primaveras -Casimiro de Abreu
89. 
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
90. 
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
91. 
Quincas Borba -Machado de Assis
92. 
A Segunda Vida -Machado de Assis
93. 
Os Sertões -Euclides da Cunha
94. 
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
95. 
O Alienista -Machado de Assis
96. 
Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
97. 
Medida Por Medida -William Shakespeare
98. 
Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
99. 
A Alma do Lázaro -José de Alencar
100. 
A Vida Eterna -Machado de Assis
101. 
A Causa Secreta -Machado de Assis
102. 
14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
103. 
Divina Comedia -Dante Alighieri
104. 
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
105. 
Coriolano -William Shakespeare
106. 
Astúcias de Marido -Machado de Assis
107. 
Senhora -José de Alencar
108. 
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
109. 
Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
110. 
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
111. 
A ‘Não-me-toques’ ! -Artur Azevedo
112. 
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
113. 
Obras Seletas -Rui Barbosa
114. 
A Mão e a Luva -Machado de Assis
115. 
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
116. 
Aurora sem Dia -Machado de Assis
117. 
Édipo-Rei -Sófocles
118. 
O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
119. 
Pai Contra Mãe -Machado de Assis
120. 
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
121. 
Tito Andrônico -William Shakespeare
122. 
Adão e Eva -Machado de Assis
123. 
Os Sertões -Euclides da Cunha
124. 
Esaú e Jacó -Machado de Assis
125. 
Don Quixote -Miguel de Cervantes
126. 
Camões -Joaquim Nabuco
127. 
Antes que Cases -Machado de Assis
128. 
A melhor das noivas -Machado de Assis
129. 
Livro de Mágoas -Florbela Espanca
130. 
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
131. 
A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
132. 
Helena -Machado de Assis
133. 
Contos -José Maria Eça de Queirós
134. 
A Sereníssima República -Machado de Assis
135. 
Iliada -Homero
136. 
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
137. 
A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
138. 
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
139. 
Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
140. 
Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
141. 
Anedota Pecuniária -Machado de Assis
142. 
A Carne -Júlio Ribeiro
143. 
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
144. 
Don Quijote -Miguel de Cervantes
145. 
A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
146. 
A Semana -Machado de Assis
147. 
A viúva Sobral -Machado de Assis
148. 
A Princesa de Babilônia -Voltaire
149. 
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
150. 
Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
151. 
Papéis Avulsos -Machado de Assis
152. 
Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
153. 
Cartas D’Amor -José Maria Eça de Queirós
154. 
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
155. 
Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
156. 
Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
157. 
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
158. 
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
159. 
Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
160. 
Almas Agradecidas -Machado de Assis
161. 
Cartas D’Amor – O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
162. 
Contos Fluminenses -Machado de Assis
163. 
Odisséia -Homero
164. 
Quincas Borba -Machado de Assis
165. 
A Mulher de Preto -Machado de Assis
166. 
Balas de Estalo -Machado de Assis
167. 
A Senhora do Galvão -Machado de Assis
168. 
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
169. 
A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
170. 
Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
171. 
CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
172. 
Cinco Minutos -José de Alencar
173. 
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
174. 
Lucíola -José de Alencar
175. 
A Parasita Azul -Machado de Assis
176. 
A Viuvinha -José de Alencar
177. 
Utopia -Thomas Morus
178. 
Missa do Galo -Machado de Assis
179. 
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
180. 
História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
181. 
Hamlet -William Shakespeare
182. 
A Ama-Seca -Artur Azevedo
183. 
O Espelho -Machado de Assis
184. 
Helena -Machado de Assis
185. 
As Academias de Sião -Machado de Assis
186. 
A Carne -Júlio Ribeiro
187. 
A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
188. 
Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
189. 
Antes da Missa -Machado de Assis
190. 
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
191. 
A Carta -Pero Vaz de Caminha
192. 
LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
193. 
A mulher Pálida -Machado de Assis
194. 
Americanas -Machado de Assis
195. 
Cândido -Voltaire
196. 
Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
197. 
El Arte de la Guerra -Sun Tzu
198. 
Conto de Escola -Machado de Assis
199. 
Redondilhas -Luís Vaz de Camões
200. 
Iluminuras -Arthur Rimbaud
201. 
Schopenhauer -Thomas Mann
202. 
Carolina -Casimiro de Abreu
203. 
A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
204. 
Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
205. 
Memorial de Aires -Machado de Assis
206. 
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
207. 
A última receita -Machado de Assis
208. 
7 Canções -Salomão Rovedo
209. 
Antologia -Antero de Quental
210. 
O Alienista -Machado de Assis
211. 
Outras Poesias -Augusto dos Anjos
212. 
Alma Inquieta -Olavo Bilac
213. 
A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães
214. 
A Semana -Machado de Assis
215. 
Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto
216. 
A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo
217. 
Esaú e Jacó -Machado de Assis
218. 
Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
219. 
História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos
220. 
A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis
221. 
Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
222. 
Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto
223. 
Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente
224. 
A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo
225. 
Confissões de uma Viúva -Machado de Assis
226. 
As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis
227. 
O LIVRO D’ELE -Florbela Espanca
228. 
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
229. 
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
230. 
Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
231. 
A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
232. 
Kamasutra -Mallanâga Vâtsyâyana
233. 
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
234. 
A Bela Madame Vargas -João do Rio
235. 
Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud
236. 
Cinco Mulheres -Machado de Assis
237. 
A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro
238. 
O Cortiço -Aluísio Azevedo
239. 
RELIQUIAE -Florbela Espanca
240. 
Minha formação -Joaquim Nabuco
241. 
A Conselho do Marido -Artur Azevedo
242. 
Auto da Alma -Gil Vicente
243. 
345 -Artur Azevedo
244. 
O Dicionário -Machado de Assis
245. 
Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto
246.. 
A idéia do Ezequiel Maia -Machado de Assis
247. 
AMOR COM AMOR SE PAGA -França Júnior
248. 
Cinco minutos -José de Alencar
249. 
Lucíola -José de Alencar
250. 
Aos Vinte Anos -Aluísio de Azevedo
251. 
A Poesia Interminável -João da Cruz e Sousa
252. 
A Alegria da Revolução -Ken Knab
253. 
O Ateneu -Raul Pompéia
254. 
O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto
255. 
Ayres e Vergueiro -Machado de Assis
256. 
A Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio
257. 
Noite de Almirante -Machado de Assis
258. 
O Sertanejo -José de Alencar
259. 
A Conquista -Coelho Neto
260. 
Casa Velha -Machado de Assis
261. 
O Enfermeiro -Machado de Assis
262. 
O Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde
263. 
Casa de Pensão -Aluísio de Azevedo
264. 
A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
265. 
Poemas -Safo
266. 
A Viuvinha -José de Alencar
267. 
Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco
268. 
Contos para Velhos -Olavo Bilac
269. 
Ulysses -James Joyce
270. 
13 Oktobro 1582 -Luiz Ferreira Portella Filho
271. 
Cícero -Plutarco
272. 
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
273. 
Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis
274. 
As Religiões no Rio -João do Rio
275. 
Várias Histórias -Machado de Assis
276. 
A Arrábida -Vania Ribas Ulbricht
277. 
Bons Dias -Machado de Assis
278. 
O Elixir da Longa Vida -Honoré de Balzac
279. 
A Capital Federal -Artur Azevedo
280. 
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
281. 
As Forças Caudinas -Machado de Assis
282. 
Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco
283. 
Balas de Estalo -Machado de Assis
284. 
AS VIAGENS -Olavo Bilac
285. 
Antigonas -Sofócles
286. 
A Dívida -Artur Azevedo
287. 
Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira
288. 
Uns Braços -Machado de Assis
289. 
Ubirajara -José de Alencar
290. 
Poética -Aristóteles
291. 
Bom Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha
292. 
A Cruz Mutilada -Vania Ribas Ulbricht
293. 
Antes da Rocha Tapéia -Machado de Assis
294. 
Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
295. 
Histórias da Meia-Noite -Machado de Assis
296. 
Via-Láctea -Olavo Bilac
297. 
O Mulato -Aluísio de Azevedo
298. 
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
299. 
Os Escravos -Antônio Frederico de Castro Alves
300. 
A Pata da Gazela -José de Alencar
301. 
BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA -Alcântara Machado
302. 
Vozes d’África -Antônio Frederico de Castro Alves
303.. 
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
304. 
O que é o Casamento? -José de Alencar
305. 
A Harpa do Crente -Vania Ribas Ulbricht