Mas a Pior Parte de Tudo: Foi Te Perder!

Posted in Coleção - Acróstico Vocálico on 18 de dezembro de 2023 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto – xii23)

Mesmo que nos termos impossíveis

Não teria outra alternativa senão suspirar…

Distancias que forjam um deserto ateu

Não creio que seria de um adeus ou devaneio!

Agora pecar por pecar em solidões outras

permita-me oh amada na distancia te rogar:

alivia-me no abrir dos portões do agora…

_____

Ter sede de voltar ao que era imaginável,

perpetua um rosto com beijar sagrado…

quimeras em páginas de querer amar

e amando sempre o vulto que se faz tão dócil!

Que as caravelas possam navegar além do Olimpo,

que quando as praias do encontrar revelem

que o tesouro mais preciso que o ouro é o infinito amar…!

(Betto Gasparetto – xii23)

“O Anseio das Palavras Não Pronunciadas”

Posted in Coleção - Monólogos & Tratados with tags , on 17 de dezembro de 2023 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto -xii-23)


Em tempos antigos e venturosos, onde os anseios do coração eram guardados como preciosos tesouros, permeava a dúvida cruel que assolava a alma. Ah, quantas palavras repousavam em silêncio nos confins do nosso ser, ansiando por liberdade, ansiando por voz! Como um teatro sombrio, onde o palco se tornava o cárcere das emoções não proferidas, apenas suspiradas nas profundezas da lamentação.

Quantas, ó quão inumeráveis, são as palavras que repousam em nossos corações, tesouros inestimáveis, como pérolas ocultas no seio das águas escuras. E, no entanto, pungentes arrependimentos nos assombram quando, em desalento, não as proferimos! Sentimentos, tão vastos e sublimes, não se enclausuram apenas nas gaiolas das palavras; ecoam através dos olhares, bailam nos gestos, como uma dança silenciosa que o coração realiza.

No afastamento da convivência habitual, paira sobre nós a névoa da incerteza, o temor sutil que tece suas teias ao redor do que outrora foi sólido e conhecido. Ah, a inquietude que devora os alicerces da confiança, questionando se os dias vindouros guardarão a mesma harmonia, se a sinfonia que outrora encantava os ouvidos persistirá em seu eterno compasso.

Porém, há uma verdade indelével que se insinua entre os recantos da dúvida: o fluir do tempo, com sua inexorável marcha, não tolhe a profundidade dos laços verdadeiros. Pois, ainda que distantes em espaço, nossas almas podem convergir na sinfonia dos afetos, nas entrelinhas dos olhares que clamam por reencontro, nas mãos que anseiam pelo calor do toque familiar.

Oh, corações inquietos, ecoai vossos desejos, pois mesmo na quietude das palavras não ditas, a essência do sentimento se ergue como um farol, guiando-nos na busca pela constância no efêmero palco da existência.

(Betto Gasparetto -xii-23)

Sonetos Imperfeitos de Um Beijar Distante

Posted in Sem categoria on 16 de dezembro de 2023 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto -xii-23)

Oh, brisa que ecoa na alma e no ser,

Num sorriso franco, a expressão da alegria,

Na pesquisa do riso, o coração a bater,

Satisfação pura, em doce melodia.

_______

Improvisa a dança, o corpo em movimento,

Na conquista da graça, a arte em seu lugar,

Visa-se o contentamento, o belo sentimento,

No caminho da felicidade, o doce estar.

_______

Na mente que analisa, a alma te ilumina,

Desliza suavemente na pureza da vida,

Desavisa-me do peso, a alma me refina.

_______

Na divisa do riso, a pureza consentida,

E em cada sorriso, a essência é percebida,

Num riso eterno, a vida pela vida.

_______

Oh, poetisa que a mente anseia encontrar,

Na busca incessante, a verdade se revela,

Satisfação na conquista, no agir a sonhar,

Visa-se a esperança, na jornada singela.

_______

Na pesquisa do ser, cada mistério desvenda,

Improvisa-se a vida, em cada passo a seguir,

Na divisa do destino, a alma se entenda,

No caminho da fé, um futuro a tecer.

_______

Ah, mente que analisa com olhar profundo,

Lisa, a trajetória que nos conduz ao mundo,

Desavisa-te do medo, segue a tua sina.

_______

Na promessa do amanhã, um eterno enredo,

E em cada aurora, o sonho é sempre cedo,

Na promessa da vida, a alma se ilumina.

_______

Vem revisa, nome que a história carrega,

Na doçura do som, uma melodia,

Avisa ao mundo a graça que não se nega,

Na tua essência, uma doce poesia.

_______

Na pesquisa dos nomes, significados mil,

Satisfação no simbolismo que traz consigo,

Improvisa-se o afeto, um amor gentil,

Na divisa do carinho, um abraço amigo.

_______

Oh, mente que analisa, na palavra se encerra,

Brisa, a beleza do nome que acalma e aterra,

Desavisa-te da pressa, aprecia a rotina.

_______

Vem revisa, a alma encontra a serenidade,

E em cada traço, uma eterna verdade,

No nome que ecoa, uma história divina.

_______

Na guisa singela, a vida se desenha,

Na mente que analisa, cada movimento,

Satisfação na jornada, cada beijo se empenha,

Visa-se a felicidade em cada momento.

_______

Na pesquisa do eu, o ser se revela,

Improvisa-se o caminho, passo a passo a trilhar,

Na divisa da alma, a essência se revela,

Encontrando a paz, um destino a almejar.

_______

Oh, mente que analisa com tanta clareza,

Beijo-te na face, oh quão doce surpresa,

Desavisa-te da angústia, um beijo contamina?

_______

Na guisa da existência, a vida se enlaça,

E em cada etapa, a alma te abraça,

Na guisa do amor, a essência me ilumina.

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Nas imagens da mente, o saber te incita,

Na busca constante, a verdade a encontrar,

Satisfação na pesquisa que não se dissipa,

Visa-se o conhecimento, sem nunca parar.

_______

Poetisa da alma, o eu se desvenda,

Improvisa-se a jornada, um eterno aprender,

Na divisa do ser, a essência recomenda,

Na poesia da busca, um saber a tecer.

_______

Oh, mente que analisa e desvenda o véu,

Amor que a estrada te percorre ao céu,

Desavisa-te da inércia, segue tua sina.

_______

Na poesia perene, o saber se amplia,

E em cada descoberta, a alma se guia,

Oh poetisa eterna, a sabedoria te ilumina.

_______

Ó serenata ao amor, doce melodia,

Encanto suave que ao coração suspira,

No véu da noite, a saudade arrepia,

Lembranças doces, alma que delira.

_______

O encanto da aurora, qual estrela brilha,

Na promessa do sol, no anseio persistente,

Melodia que embala, alma que trilha,

Sussurros do passado, amor se fez presente.

_______

Oh, doce romance, em cada suspiro,

Sinto a brisa da paixão, eterno giro,

Recordações, perfume da devoção.

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No encanto da noite, a nostalgia aflora,

E em cada acorde, a alma se enamora,

Serenata ao amor, eterna emoção.

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Lembrança suave, doce como aurora,

Saudade que envolve, como um véu sereno,

Na melodia antiga, eterna ancora,

Suspiros no peito, paixão por inteiro.

_______

O perfume das rosas, amores etéreos,

Eternos portões que o tempo não leva,

Encanto das tardes, sonhos, mistérios,

Sussurros secretos, num beijo revela.

_______

Oh, lembrança que o coração enlaça,

Chocolates em beijos, doçuras em graça,

Sentimento antigo, harmonia plena.

_______

Na nostalgia do amor, lágrima aflora,

E em cada verso, a alma se enamora,

Lembranças eternas, nas almas amenas.

_______

Ó suspiro suave que o peito embala,

Encanto fugaz que a alma acaricia,

Na brisa da noite, a saudade exala,

Lembrança doce, na alma se inicia.

_______

O aroma da aurora, amor que perdura,

Promessa sussurrada ao longo do tempo,

Melodia do coração, doçura pura,

Sussurros do passado, eterno alento.

_______

Ah, doce suspiro, suspenso no ar,

Encanto do sol, tarde a cintilar,

Sentimento antigo, cumplicidade.

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Na nostalgia que em cada tarde mora,

E em cada escada, a alma se enamora,

Suspiro etéreo, à ti felicidade.

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Saudade, doce aroma que perdura,

A brisa de uma tarde, o suspiro ecoa,

No véu da memória, a lembrança se aventura,

Lembranças ternas, a alma em mim destoa.

_______

A tarde é curta com promessas raras,

Melodia suave ressoa no ar,

Sussurros do passado, histórias tão caras,

Suspiros do coração, não sinto teu pulsar.

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Oh, saudade que habita o peito humano,

Encanto antigo, em cada ano,

Sentimento que não se cansa.

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Na nostalgia que a alma explora,

E em cada verso, a alma chora,

Saudade eterna, que em mim avança.

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Encanto sutil que a alma envolve,

Doce lembrança que o coração guarda,

No véu da saudade, o amor resolve,

Lembrança eterna, na noite tarda.

_______

A aurora brilha com o nascer de linda planta,

Melodia suave, ecoa no peito,

Sussurros que contam a história que encanta,

Suspiros do passado, amor se faz perfeito.

_______

Oh, encanto que o tempo não desfaz,

Promessa que o coração sempre traz,

Harmonia eterna, nos braços se condói.

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Na nostalgia que em cada verso aflora,

E em cada tarde, a alma se enamora,

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(Betto Gasparetto -xii-23)

Sonetos Imperfeitos de Um Olhar Secreto

Posted in Coleção - Sonetos Imperfeitos ou Quebrados on 15 de dezembro de 2023 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto -xii-23)

Ó brisa que analisa, a ti eu rogo,
Desvenda os segredos do vasto além,
Em cada mistério, em cada fogo,
Desvencilha o véu que encobre o além.

Tu, que avisa ao mundo, és mensageiro,
Revela ao homem seu destino incerto,
Num jogo de acertos, errei primeiro,
No palco da vida, és eterno concerto.

Improvisa, alma, em tua jornada,
Pisa firme sobre a terra e sua dor,
Conquista o amor, molda tua estrada,
Visa o alto céu, tua meta, teu fulgor.

Ah, mente, que me envolve com saber,
Nunca cesse a busca, sempre a crescer.

Na divisa entre o sonho e a realidade,
Frisa-se a linha tênue do ser e do não ser,
Na vastidão do mundo, na imensidade,
Lisa é a estrada que leva a compreender.

Se desfaz o espírito na busca incessante,
Na conquista do saber, na jornada sem fim,
Visa-se horizontes com a alma vibrante,
E na dança da vida, seu eterno clarim.

Oh, mente, em tua pesquisa inquisidora,
Busca a luz no caminho do conhecimento,
Iluminaste os caminhos da tua aurora,
Desavisa-te do erro, seguindo o vento.

Na divisa do saber, a alma me sorri,
Que ruma ao universo, para além de ti.

No sorriso singelo, o mundo te ilumina,
Riso que ecoa na alma, doce melodia,
Em cada expressão, a alegria se destina,
Brisa é a face que revela tal magia.

Doei meu coração na conquista do riso,
No jogo da vida, na dança da emoção,
Visa-se a paz, finda-se todo o improviso,
Na serenidade, reside a redenção.

Ah, mente que analisa, em tua pesquisa,
Descobre no sorriso a essência da verdade,
Na divisa entre dores, a doce premissa,
Deslisa a tristeza, renasce a felicidade.

No sorriso que ilumina o olhar e a vida,
Encontra-se à guisa para a alma ser acolhida.

Na pesquisa incessante, o saber se expande,
Inquisa é a mente que busca a luz do saber,
Cada mistério revela-se, não se esconde,
Lisa é a estrada que nos faz compreender.

Devolva-me o espírito na busca infindável,
Conquista-se a verdade, passo a passo a seguir,
Visa-se o entendimento, objetivo inabalável,
Na jornada do saber, a sabedoria a florir.

Oh, brisa inquisidora, desbravadora de mistérios,
Devoro-te no conhecimento, na vastidão do aprender,
Devoraste-me na busca por novos impérios,
Desavisa-te do erro, para o saber renascer.

Na pesquisa, a alma encontra seu alento,
Emerge do escuro, brilha em seu intento.

Ah, mente precisa, que analisa a fundo,
Satisfação reside no teu saber profundo,
Visa a verdade, conquista cada império,
Na divisa do conhecimento, és um mistério.

O riso se revela na alma que avisa,
Na pesquisa constante, luz que eterniza,
Improvisa caminhos, conquista o saber,
No caminho do aprendizado, vais crescer.

E assim, a vida frisa em cada momento,
Lisa é a jornada, em busca do alento,
Desavisa-te do erro, segue tua sina.

No limiar do saber, a mente se enleva,
Na conquista do entendimento, se eleva,
Na preciosa busca, a sabedoria se ilumina.

Oh, tal brisa que cobre o corpo, a pele,
Na tua simplicidade, um traço singelo,
Avisa ao mundo o gosto do vestuário,
Na tua trama, um mundo inteiro e extraordinário.

Na busca pelo estilo, a mente elabora,
Improvisa-se na escolha, a moda que labora,
Na conquista do visual, uma nova brisa,
Brisa, a aparência que reflete a divisa.

Na pesquisa de cores, de tecidos e fitas,
Satisfação no trajar, um gosto que incita,
Visa-se a elegância, a expressão pessoal.

Na camisa, um pedaço da própria essência,
Veste-se a alma, com toda a sua vivência,
Um simples tecido, um universo genial.

Oh, Brisa é a estrada da vida a seguir,
Na mente que analisa, a busca incessante,
Satisfação na conquista do porvir,
Visa-se o saber, jornada constante.

Na pesquisa da alma, o ser se revela,
Improvisa-se a dança, a alegria se irradia,
Na divisa do sonho, a esperança singela,
Nesta brisa da verdade, a sabedoria.

Na busca do entendimento, a mente frisa,
Sorria, alma, e deslize na jornada lisa,
Desavisa-te do medo, segue a tua sina.

Na preciosa jornada, a luz ilumina,
E em cada passo, a alma se refina,
Na estrada da vida, a mente se alucina.

Uma boa Leitura!

Posted in Coleção - Crônicas, Coleção - Esboços Poéticos, Coleção - História Geral, Coleção - Poemas, Coleção - Sonetos Imperfeitos ou Quebrados on 27 de dezembro de 2012 by Prof Gasparetto

 … é só clicar no título para ler ou imprimir. 

1. A Divina Comédia -Dante Alighieri
2. 
A Comédia dos Erros -William Shakespeare
3. 
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
4. 
Dom Casmurro -Machado de Assis
5. 
Cancioneiro -Fernando Pessoa
6. 
Romeu e Julieta -William Shakespeare
7. 
A Cartomante -Machado de Assis
8. 
Mensagem -Fernando Pessoa
9. 
A Carteira -Machado de Assis
10. 
A Megera Domada -William Shakespeare
11. 
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
12. 
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
13. 
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
14. 
Dom Casmurro -Machado de Assis
15.. 
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
16. 
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
17. 
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
18. 
A Carta -Pero Vaz de Caminha
19. 
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
20. 
Macbeth -William Shakespeare
21. 
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
22. 
A Tempestade -William Shakespeare
23. 
O pastor amoroso -Fernando Pessoa
24. 
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
25. 
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
26. 
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
27. 
O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
28. 
O Mercador de Veneza -William Shakespeare
29. 
A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
30. 
Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
31. 
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
32. 
A Mão e a Luva -Machado de Assis
33. 
Arte Poética -Aristóteles
34. 
Conto de Inverno -William Shakespeare
35. 
Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
36. 
Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
37. 
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
38. 
A Metamorfose -Franz Kafka
39. 
A Cartomante -Machado de Assis
40. 
Rei Lear -William Shakespeare
41. 
A Causa Secreta -Machado de Assis
42. 
Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
43. 
Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
44. 
Júlio César -William Shakespeare
45. 
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
46. 
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
47. 
Cancioneiro -Fernando Pessoa
48. 
Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
49. 
A Ela -Machado de Assis
50. 
O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
51. 
Dom Casmurro -Machado de Assis
52. 
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
53. 
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
54. 
Adão e Eva -Machado de Assis
55. 
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
56. 
A Chinela Turca -Machado de Assis
57. 
As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
58. 
Poemas Selecionados -Florbela Espanca
59. 
As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
60. 
Iracema -José de Alencar
61. 
A Mão e a Luva -Machado de Assis
62. 
Ricardo III -William Shakespeare
63. 
O Alienista -Machado de Assis
64. 
Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
65. 
A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
66. 
A Carteira -Machado de Assis
67. 
Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
68. 
Senhora -José de Alencar
69. 
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
70. 
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
71. 
A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
72. 
Sonetos -Luís Vaz de Camões
73. 
Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
74. 
Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
75. 
Iracema -José de Alencar
76. 
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
77. 
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
78. 
O Guarani -José de Alencar
79. 
A Mulher de Preto -Machado de Assis
80. 
A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
81. 
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
82. 
A Pianista -Machado de Assis
83. 
Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
84. 
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
85. 
A Herança -Machado de Assis
86. 
A chave -Machado de Assis
87. 
Eu -Augusto dos Anjos
88. 
As Primaveras -Casimiro de Abreu
89. 
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
90. 
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
91. 
Quincas Borba -Machado de Assis
92. 
A Segunda Vida -Machado de Assis
93. 
Os Sertões -Euclides da Cunha
94. 
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
95. 
O Alienista -Machado de Assis
96. 
Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
97. 
Medida Por Medida -William Shakespeare
98. 
Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
99. 
A Alma do Lázaro -José de Alencar
100. 
A Vida Eterna -Machado de Assis
101. 
A Causa Secreta -Machado de Assis
102. 
14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
103. 
Divina Comedia -Dante Alighieri
104. 
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
105. 
Coriolano -William Shakespeare
106. 
Astúcias de Marido -Machado de Assis
107. 
Senhora -José de Alencar
108. 
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
109. 
Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
110. 
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
111. 
A ‘Não-me-toques’ ! -Artur Azevedo
112. 
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
113. 
Obras Seletas -Rui Barbosa
114. 
A Mão e a Luva -Machado de Assis
115. 
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
116. 
Aurora sem Dia -Machado de Assis
117. 
Édipo-Rei -Sófocles
118. 
O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
119. 
Pai Contra Mãe -Machado de Assis
120. 
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
121. 
Tito Andrônico -William Shakespeare
122. 
Adão e Eva -Machado de Assis
123. 
Os Sertões -Euclides da Cunha
124. 
Esaú e Jacó -Machado de Assis
125. 
Don Quixote -Miguel de Cervantes
126. 
Camões -Joaquim Nabuco
127. 
Antes que Cases -Machado de Assis
128. 
A melhor das noivas -Machado de Assis
129. 
Livro de Mágoas -Florbela Espanca
130. 
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
131. 
A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
132. 
Helena -Machado de Assis
133. 
Contos -José Maria Eça de Queirós
134. 
A Sereníssima República -Machado de Assis
135. 
Iliada -Homero
136. 
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
137. 
A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
138. 
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
139. 
Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
140. 
Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
141. 
Anedota Pecuniária -Machado de Assis
142. 
A Carne -Júlio Ribeiro
143. 
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
144. 
Don Quijote -Miguel de Cervantes
145. 
A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
146. 
A Semana -Machado de Assis
147. 
A viúva Sobral -Machado de Assis
148. 
A Princesa de Babilônia -Voltaire
149. 
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
150. 
Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
151. 
Papéis Avulsos -Machado de Assis
152. 
Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
153. 
Cartas D’Amor -José Maria Eça de Queirós
154. 
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
155. 
Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
156. 
Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
157. 
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
158. 
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
159. 
Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
160. 
Almas Agradecidas -Machado de Assis
161. 
Cartas D’Amor – O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
162. 
Contos Fluminenses -Machado de Assis
163. 
Odisséia -Homero
164. 
Quincas Borba -Machado de Assis
165. 
A Mulher de Preto -Machado de Assis
166. 
Balas de Estalo -Machado de Assis
167. 
A Senhora do Galvão -Machado de Assis
168. 
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
169. 
A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
170. 
Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
171. 
CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
172. 
Cinco Minutos -José de Alencar
173. 
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
174. 
Lucíola -José de Alencar
175. 
A Parasita Azul -Machado de Assis
176. 
A Viuvinha -José de Alencar
177. 
Utopia -Thomas Morus
178. 
Missa do Galo -Machado de Assis
179. 
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
180. 
História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
181. 
Hamlet -William Shakespeare
182. 
A Ama-Seca -Artur Azevedo
183. 
O Espelho -Machado de Assis
184. 
Helena -Machado de Assis
185. 
As Academias de Sião -Machado de Assis
186. 
A Carne -Júlio Ribeiro
187. 
A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
188. 
Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
189. 
Antes da Missa -Machado de Assis
190. 
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
191. 
A Carta -Pero Vaz de Caminha
192. 
LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
193. 
A mulher Pálida -Machado de Assis
194. 
Americanas -Machado de Assis
195. 
Cândido -Voltaire
196. 
Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
197. 
El Arte de la Guerra -Sun Tzu
198. 
Conto de Escola -Machado de Assis
199. 
Redondilhas -Luís Vaz de Camões
200. 
Iluminuras -Arthur Rimbaud
201. 
Schopenhauer -Thomas Mann
202. 
Carolina -Casimiro de Abreu
203. 
A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
204. 
Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
205. 
Memorial de Aires -Machado de Assis
206. 
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
207. 
A última receita -Machado de Assis
208. 
7 Canções -Salomão Rovedo
209. 
Antologia -Antero de Quental
210. 
O Alienista -Machado de Assis
211. 
Outras Poesias -Augusto dos Anjos
212. 
Alma Inquieta -Olavo Bilac
213. 
A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães
214. 
A Semana -Machado de Assis
215. 
Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto
216. 
A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo
217. 
Esaú e Jacó -Machado de Assis
218. 
Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
219. 
História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos
220. 
A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis
221. 
Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
222. 
Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto
223. 
Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente
224. 
A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo
225. 
Confissões de uma Viúva -Machado de Assis
226. 
As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis
227. 
O LIVRO D’ELE -Florbela Espanca
228. 
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
229. 
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
230. 
Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
231. 
A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
232. 
Kamasutra -Mallanâga Vâtsyâyana
233. 
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
234. 
A Bela Madame Vargas -João do Rio
235. 
Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud
236. 
Cinco Mulheres -Machado de Assis
237. 
A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro
238. 
O Cortiço -Aluísio Azevedo
239. 
RELIQUIAE -Florbela Espanca
240. 
Minha formação -Joaquim Nabuco
241. 
A Conselho do Marido -Artur Azevedo
242. 
Auto da Alma -Gil Vicente
243. 
345 -Artur Azevedo
244. 
O Dicionário -Machado de Assis
245. 
Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto
246.. 
A idéia do Ezequiel Maia -Machado de Assis
247. 
AMOR COM AMOR SE PAGA -França Júnior
248. 
Cinco minutos -José de Alencar
249. 
Lucíola -José de Alencar
250. 
Aos Vinte Anos -Aluísio de Azevedo
251. 
A Poesia Interminável -João da Cruz e Sousa
252. 
A Alegria da Revolução -Ken Knab
253. 
O Ateneu -Raul Pompéia
254. 
O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto
255. 
Ayres e Vergueiro -Machado de Assis
256. 
A Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio
257. 
Noite de Almirante -Machado de Assis
258. 
O Sertanejo -José de Alencar
259. 
A Conquista -Coelho Neto
260. 
Casa Velha -Machado de Assis
261. 
O Enfermeiro -Machado de Assis
262. 
O Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde
263. 
Casa de Pensão -Aluísio de Azevedo
264. 
A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
265. 
Poemas -Safo
266. 
A Viuvinha -José de Alencar
267. 
Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco
268. 
Contos para Velhos -Olavo Bilac
269. 
Ulysses -James Joyce
270. 
13 Oktobro 1582 -Luiz Ferreira Portella Filho
271. 
Cícero -Plutarco
272. 
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
273. 
Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis
274. 
As Religiões no Rio -João do Rio
275. 
Várias Histórias -Machado de Assis
276. 
A Arrábida -Vania Ribas Ulbricht
277. 
Bons Dias -Machado de Assis
278. 
O Elixir da Longa Vida -Honoré de Balzac
279. 
A Capital Federal -Artur Azevedo
280. 
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
281. 
As Forças Caudinas -Machado de Assis
282. 
Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco
283. 
Balas de Estalo -Machado de Assis
284. 
AS VIAGENS -Olavo Bilac
285. 
Antigonas -Sofócles
286. 
A Dívida -Artur Azevedo
287. 
Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira
288. 
Uns Braços -Machado de Assis
289. 
Ubirajara -José de Alencar
290. 
Poética -Aristóteles
291. 
Bom Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha
292. 
A Cruz Mutilada -Vania Ribas Ulbricht
293. 
Antes da Rocha Tapéia -Machado de Assis
294. 
Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
295. 
Histórias da Meia-Noite -Machado de Assis
296. 
Via-Láctea -Olavo Bilac
297. 
O Mulato -Aluísio de Azevedo
298. 
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
299. 
Os Escravos -Antônio Frederico de Castro Alves
300. 
A Pata da Gazela -José de Alencar
301. 
BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA -Alcântara Machado
302. 
Vozes d’África -Antônio Frederico de Castro Alves
303.. 
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
304. 
O que é o Casamento? -José de Alencar
305. 
A Harpa do Crente -Vania Ribas Ulbricht