Fragmentos Humanos (46/50)

Posted in Sem categoria on 25 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XLVI – Muralhas de Lamentos

By Dall-E 3
I
Ó muros, que em minha frente se ergueram,
Com vossa presença meus passos deteram.
Mas minha vontade é firme, meu desejo é claro,
E contra vós, meu espírito é raro.

Pois sei que além de vossa proteção,
Há um mundo vasto, cheio de emoção.
Cada desafio, uma nova lição,
Cada barreira, uma nova canção.
II
Oh, muros, vós não podeis me prender,
Pois em meu coração há fogo a arder.
E com a chama de minha determinação,
Vos ultrapassarei, com pura paixão.
O destino pode ser cruel, eu sei,
Mas com coragem, eu o enfrentarei.
Diante dos muros, minha força renasce,
E no horizonte, meu olhar se embrenha e passe.
III
Pois no além do vosso limite rígido,
Há um mundo de sonhos, mágico e lírico.
Oh, muros, não sereis meu fim,
Mas o começo de um novo jardim.

IV
Com passos firmes, avanço sem temor,
E cada pedra será um degrau de amor.
Diante dos muros, eu me erguerei,
E em liberdade, enfim, viverei.
Pois no além de vossa fria presença,
Há uma vida plena de essência.
E com o coração cheio de esperança,
Eu vos enfrentarei, com fé e confiança.
V
Oh, muros, vossa sombra pode ser vasta,
Mas minha luz interior é mais vasta.
VI
E com esta luz, eu vos transpassarei,
E no além de vós, minha verdade acharei.
Diante dos muros, não há desespero,
Mas a promessa de um futuro sincero.
VII
Pois em cada passo, encontro a força,
De seguir em frente, sem qualquer torça.
Assim, diante dos muros, eu declaro,
Que minha jornada é de valor raro.
E cada obstáculo, uma nova história,
Que escreverei com coragem e glória.
VIII
Oh, muros, vós sois parte de meu caminho,
Mas não o fim, apenas um destino.
IX
Pois além de vós, há um vasto mundo,
E com determinação, eu o farei fecundo.
Diante dos muros, minha fé é intensa,
E com cada passo, minha alma é imensa.
X
Pois no além de vós, encontro a paz,
Que nenhuma barreira jamais desfaz.

(Betto Gasparetto – iii/xx)

Fragmentos Humanos (45/50)

Posted in Sem categoria on 21 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XLV – Rastros de Sombras

By Dall E-3

I
Em tua glória,
encontra-se meu ser,
Minha razão de viver,
meu amanhecer.
Pois em teu brilho, reside a verdade,
A essência pura da humanidade.
II
Ó luz ofuscada, volta a brilhar,
E este coração sombrio, iluminar.
Como um jardim sem sol,
eu murcharei,
Sem teu calor,
sem tua luz,
fenecerei.
III
Ó luz, que um dia tão brilhante foste,
Torna a mim, como uma doce aposta.
Pois em teu brilho,
encontro meu lar,
Minha paz,
meu fim,
meu recomeçar.
IV
Ó luz, que as trevas desvaneces,
E em teu fulgor, toda a dor esvaneces.
V
Teu retorno é meu último desejo,
A luz que em meu coração eu almejo.
VI
Ó luz ofuscada, torna a brilhar,
E com teu esplendor,
este mundo encantar.
A ti, ó luz, minha última prece,
Que tua essência nunca mais se esquece,
Pois sem ti,
sou apenas uma sombra perdida,
Um eco,
uma memória não vivida.

VII
Ó luz ofuscada, volta a brilhar,
E em teu calor,
este coração curar.
Em tua ausência,
sou um vazio sem fim,
Mas em teu retorno, encontro o meu sim.

VIII
Ó luz, que outrora tudo enchia,
Volta a mim,
e meu ser alumia.
Pois em teu brilho,
encontro a paz,
A única verdade que jamais se desfaz.

(Betto Gasparetto – iii/xx)

Fragmentos Humanos (44/50)

Posted in Sem categoria on 21 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XLIV – Falsas Decisões

By Dall E-3
I
Quem dera pudesse reacender teu fulgor,
E voltar a sentir teu divino calor.
Em tempos idos,
sob tua tutela,
Cada passo era firme,
cada decisão singela,
Agora, em incerteza,
meu ser se debate,
Buscando em vão,
teu rastro,
teu embate.
Como a lua sem o sol,
pálida e vazia,
Assim sou eu,
sem tua companhia.
Ó luz ofuscada, desperta do torpor,
E retorna a mim,
com todo teu esplendor.
II
Pois sem ti, a vida é um labirinto escuro,
Um caminho sem fim,
um destino inseguro.
Tua claridade é minha única salvação,
Minha fé,
minha força,
minha redenção.
Ah, se pudesse encontrar teu escondido brilho,
Que me mostrava o caminho em cada trilho,
Não mais vagaria em sombras,
perdido,
Mas seguiria firme,
com meu ser reerguido.
Ó luz, que em outrora,
foste minha guia,
Revive em mim,
em tua pura magia.
Em noites de solidão,
eu te invoco,
Busca em meu coração teu antigo foco.
Pois sem teu lume,
estou eternamente só,
Perdido em labirintos de angústia e dó.
Ó luz ofuscada,
não me abandones,
Restaura em mim teus suaves dons.
Em tua ausência, todo o mundo é cinza,
Um quadro sem vida,
um verso sem rima,
Tua presença é o que dá cor e sentido,
A este pobre mundo, tão desprovido.
Ó luz, renasce em tua força primeira,
E afasta de mim esta sombra traiçoeira.

(Betto Gasparetto)

Fragmentos Humanos (43/50)

Posted in Sem categoria on 21 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XLIII – Almas Perdidas no Tempo

By Dall E-3
I
Oh, Tempo, és um rio sem fim,
Que carrega todos em tua maré incessante,
E embora lutemos,
embora possamos contender,
Em teu abraço,
todos devemos permanecer.
Pois em tua passagem,
há uma confiança sagrada,
Que todos devem tornar-se cinzas, todos ao pó.
Ainda assim, em teu fluxo,
uma promessa é conferida,
Que em teu rastro,
nova vida sempre surgirá,
Pois embora os ventos de inverno possam esfriar a estrada,
O calor do sopro do verão suavemente trará.
Em ciclos vastos,
tua passagem é revelada,
Uma dança eterna,
nunca a ser interrompida.
II
Oh, Tempo, és uma tapeçaria de destino,
Tecida com fios de alegria e fios de tristeza,
E em tua trama,
tanto o amor quanto a perda esperam,
À medida que as estações mudam e os rios fluem.
Pois em tuas mãos,
o passado e o futuro residem,
Um mar ilimitado sob o céu infinito.
Assim, estou, um mortal preso pelo tempo,
E em tua sombra, busco meu lugar encontrar,
Pois em teu fluxo,
reside tanto o grandioso sublime,
Quanto a mais profunda tristeza da mente mortal.
Oh, Tempo, a ti,
meu humilde coração eu cedo,
Pois em teu curso, todas as verdades serão reveladas.
Com cada respiração,
honro teu decreto,
E em tua passagem,
encontro meu destino.

(Betto Gasparetto – iii/xx)

Fragmentos Humanos (42/50)

Posted in Sem categoria on 21 de julho de 2024 by Prof Gasparetto

(Betto Gasparetto)

XLII – Fissuras Almas do Tempo

By Dall E-3

I
Quimeras, em tuas mãos,
há uma força potente,
Pois moldas o mortal e o divino,
E através de tua vontade,
toda a natureza encontra seu curso,
Em teu abraço,
as estrelas e planetas brilham.
Sem teu toque,
que propósito poderia a vida encontrar?
II
Pois em teu fluxo, vemos o grande designo.
Oh, Tempo, a ti, ofereço meu pedido,
Concede-me a sabedoria para aceitar teus caminhos,
Para estimar momentos,
embora fugazes,
E encontrar contentamento em meus dias contados.

III
Pois embora teu curso seja fixo,
teu fim desconhecido,
Em ti, uma verdade mais profunda
frequentemente é mostrada.
Em noites antigas, sob a lua prateada,
Ponderava sobre o significado de teu voo,
E buscava em vão entender teu antigo enigma,
Que fala de vida e morte,
de dia e noite.
Pois em teu fluxo, há uma canção secreta,
Uma melodia de eras,
profunda e forte.

(Betto Gasparetto – iii/xx)